Governo lança projecto sobre agricultura comercial

Publicado no dia 5 de dezembro de 2018 às 00:00:00

 

O Governo lança hoje, em Luanda, o Projecto de Desenvolvimento da Agricultura Comercial (PDAC), iniciativa que conta com apoio Banco Mundial (BM) e da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD).

As duas instituições BM e AFD assinaram um acordo para financiar o Projecto de Desenvolvimento da Agricultura Comercial (PDAC), solicitado pelo Governo angolano.

Mais...

Fundo de Garantia de Crédito aberto a todos os empresários

Publicado no dia 20 de novembro de 2018 às 00:00:00

 

O Fundo de Garantia de Crédito (FGC) criado pelo Executivo, em 2012, para facilitar o acesso ao crédito no âmbito do extinto programa Angola Investe está agora aberto a todos empresários interessados em aderir aos pacotes financeiros destinados ao fomento da produção interna.
A informação foi avançada em Luanda pelo representante do Ministério da Economia e Planeamento, Laércio Cândido, na mesa redonda sobre “Mecanismo de financiamento à indústria”, realizada na Expo-Indústria e Projekta, que encerrou sábado na Zona Económica Especial (ZEE) Luan-da/Bengo.
De acordo o técnico, todos os empresários nacionais terão acesso ao Fundo, desde que comprovem que não dispõem de garantias suficientes para apresentar aos bancos. “Anteriormente, o FGC co-bria apenas os projectos inseridos no programa Angola Investe, certificados pelo Instituto Nacional de Apoio às Micros, Pequenas e Médias Empresas (INAPEM)”. Com as reformas em curso, disse, o FGC foi aberto à economia e aos empresários.
O Fundo de Garantia de Crédito foi estruturado de forma a garantir os reembolsos dos empréstimos bancários até 70 por cento dos financiamentos, em caso de incumprimento. Os restantes 30 por cento são cobertos pelo cliente sob a forma de garantias pessoais ou consignação de receitas.
De acordo com dados divulgados em 2016 pelo presidente do Conselho de Administração do Fundo de Garantia de Crédito, João Júlio Fernandes, até ao final de 2015 o FGC emitiu 328 garantias no valor de 43 mil milhões de kwanzas, que permitiram viabilizar financiamentos no valor de 66,8 mil milhões de kwanzas.
Os principais sectores que o FGC apoiou foram os da agricultura, pecuária e pescas (38 por cento) e a indústria e minas (45 por cento). O mecanismo contribuiu, ainda, no asseguramento de financiamentos para a produção de materiais de construção e alguns serviços de suporte à actividade produtiva.
Os financiamentos eram concedidos à taxa Luibor (interbancária), adicionada a uma margem ou spread em função da dimensão da empresa (3 por cento para médias, 4,5 por cento para pequenas e 6,00 por cento para as micro).
A maior parte do encargo com os juros é suportada por uma bonificação do Governo (70 por cento) sendo que a empresa nunca paga mais que 5 por cento. Pela garantia concedida o FGC cobra 2 por cento ao ano do valor em dívida garantido.
O Executivo extinguiu em Setembro último o programa Angola Investe, dando lugar a um novo programa que vai, entre outras tarefas, priorizar a cadeia produtiva e valorizar a produção nacional.
Segundo Laércio Cândido o novo programa, cujo nome será conhecido em breve, não vai financiar projectos que demandam enormes quantidades de divisas.
" É importante realçar que os financiamentos vão dar primazia a projectos cujas matérias primas são nacionais", afirmou.
No âmbito do programa Angola Investe, lembrou, foram empregues mais 90 milhões de dólares na produção de ovos, que resultaram no aumento significativo na produção, mas o país continua a importar as embalagens e a ter problemas de ração. "Temos de investir na cadeia produtiva do ovo, " insistiu.

Mudança de paradigma
Com a escassez de divisas, referiu, mudou-se o paradigma de financiamento, sem perder vista as necessidades específicas de cada sector.
O programa Angola Investe tinha um período de carência e em alguns casos não tinha margens aceitáveis, o volume de financiamentos para determinados projectos não eram suficientes.
Neste contexto, a prioridade vai também no fecho das cadeias produtivas e a maior utilização do conteúdo nacional, evitando assim aqueles que demandam maior quantidade de divisas.
Para o representante do BDA, Mário de Alcantra Monteiro, o banco financiou 855 projectos e parte destes não tiveram pernas para andar por falta de empenho dos produtores e também por alguma insuficiência do próprio banco.O BDA gere o Fundo Nacional de Desenvolvimento e apesar de ter os recursos reduzidos neste momento por falta de cabimentação, continua disponível para financiar projectos desde que estejam bem estruturados.
Os representantes dos outros bancos que participaram na mesa redonda foram unânimes de que os requerentes de financiamento devem estruturar bem os seus projectos.
Nesta senda, o representante do BPC, João da Costa Ferreira, disse terem financiamento até quatro milhões de kwanzas às pequenas e médias empresas.

Mais...

BM financia projectos na agricultura e águas

Publicado no dia 20 de julho de 2018 às 00:00:00

 

O Ministério das Finanças e o Grupo Banco Mundial (BM) assinaram ontem, em Luanda, dois acordos de financiamento no valor total de 280 milhões de dólares, para apoiar projectos dos sectores da Agricultura e Águas.
Os documentos foram rubricados pelo ministro das Finanças, Archer Mangueira, pelo representante do Banco Mundial em Angola e São Tomé e Príncipe, Olivier Lambret, e pelo presidente do Conselho de Administração do Fundo de Garantia de Crédito, João Júlio.
Olivier Lambret disse que o primeiro acordo, no montante de 150 milhões de dólares, é um financiamento adicional que serve para cobrir parte do valor monetário do Fundo de Garantia de Crédito, inicialmente previsto como contrapartida do Governo angolano, correspondente a 17 por cento do valor total do projecto.
A outra parte dos 150 milhões de dólares vai ser aplicada no Projecto de Desenvolvimento Institucional do Sector das Águas (PDISA II), visando contribuir para o aumento da cobertura de abastecimento de água em nove cidades do país, nomeadamente Lubango, Ndalatando, Dundo, Luena, Moçâmedes, Cuito, Huambo, Malanje e Uíge, com perspectivas de beneficiar cerca de 1,2 milhões de pessoas.
O PDISA II, explicou Olivier Lambret, vai reforçar a capacidade institucional de várias instituições envolvidas no projecto e alargar as actividades de apoio institucional ao subsector do saneamento, através da implementação de um projecto-piloto orçado em 55 milhões de dólares.
O segundo acordo, no valor de 130 milhões de dólares, será aplicado no Projecto de Desenvolvimento da Agricultura Comercial. O projecto, esclareceu o representante do Banco Mundial em Angola e São Tomé e Príncipe, vai servir para fomentar a actividade comercial do sector agrícola, permitindo o escoamento dos produtos nacionais, com o objectivo de aumentar a produção por via da concepção de incentivos para os pequenos agricultores, substituir as importações pela produção local, objectivando melhorar os níveis de segurança alimentar e a auto-suficiência no país.
Olivier Lambret sublinhou que o segundo pacote financeiro deve promover o fomento do emprego no sector agrícola comercial, melhorar a qualidade da assistência técnica aos beneficiários do projecto e promover o investimento em infra-estruturas de apoio ao sector produtivo (estradas, irrigação e electricidade).
O Projecto de Desenvolvimento da Agricultura Comercial deve beneficiar as pequenas e médias empresas, as organizações empresariais, instituições académicas e de investigação e, a título individual, as mulheres e jovens camponeses. “Achamos que este projecto vai dar um grande contributo à diversificação da economia”, concluiu o representante do Banco Mundial. Segundo Archer Mangueira, a assinatura do acordo contribui para alavancar a economia angolana, num momento em que o país enfrenta o desafio da diversificação. “São projectos que estão enquadrados no Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN) 2018-2022. Além do financiamento do Banco Mundial, o projecto de desenvolvimento da agricultura comercial recebeu, também, 100 milhões de dólares, financiado pela Agência Francesa de Desenvolvimento, disse o ministro das Finanças.
Archer Mangueira disse que o Executivo angolano tem desenvolvido políticas que visam a captação de financiamento externo, para colmatar o défice financeiro. Por isso, o ministro apelou aos dois sectores beneficiários, no sentido de continuarem a implementar os projectos com rigor e que sejam criadas capacidades institucionais que permitam a gestão eficiente dos recursos colocados à disposição.
O PDISA II é uma continuidade do PDISA I, co-financiado pelo Banco Mundial e avaliado em cerca de 300 milhões de dólares. O PDISA I corresponde à primeira fase do projecto e é realizado, desde 2010, nas cidades de Ndalatando, Uíge, Huambo, Cuito, Luena e Lubango. O plano previa a execução de 643 quilómetros de rede de água, equivalentes a 132 mil ligações domiciliárias, para um total de 924 mil pessoas.
Na segunda fase, denominada PDISA II, o projecto prevê executar 1.220 quilómetros para 192 mil ligações, correspondentes a um milhão e trezentas mil pessoas nas cidades. No Namibe está previsto o aumento da rede de distribuição para 160 mil pessoas e o aumento da capacidade de produção para 1.200 litros por hora.

Mais...

Empréstimos totalizaram 900 milhões de dólares

Publicado no dia 28 de junho de 2018 às 00:00:00

 

A banca angolana disponibilizou, de 2013 a 2017, cerca de 900 milhões de dólares para implementação de 515 projectos do Programa Angola Investe, anunciou hoje o secretário de Estado para Economia, Sérgio dos Santos.

m declarações à imprensa, disse que o Estado desembolsou 450 milhões de dólares para a bonificação dos juros, a criação do fundo de garantia de crédito e do Fundo Activo de Capitais de Riscos Angolano (FACRA).
Os números, considerou, são “satisfatórios”, caso se tenha em conta as condições de alteração da conjuntura, em que “a banca não tem assim tanto dinheiro para emprestar, como o Estado está com dificuldades.”
Apesar do contexto, a ex-pectativa é de que o programa atinja melhores resultados no quinquénio 2018/2022, com a perspectiva de a economia crescer, no sector não petrolífero, a um ritmo médio de 5,1 por cento ao ano.
O secretário de Estado reconheceu a existência de constrangimentos no acesso ao crédito, uma situação em que os bancos apontam a falta de qualidade dos projectos em investimento e de conhecimentos técnicos dos próprios empresários como justificação para recusar empréstimos.
Apontou a falta de garantias por parte dos empresários e o volume dos juros como outras dificuldades que impedem o processo mais expansivo de concessão de crédito no âmbito do Angola Investe.
Para estas três questões - conhecimento, garantias e encargos financeiros -, o Executivo tem programas orientados pelo Instituto Nacional de Apoio às Micro, Pequenas e Médias Empresas (INAPEM) para formar os empresários, dotando-os da habilidade necessária para estruturar e gerir negócios.
Sérgio dos Santos disse que o Executivo estuda a possibilidade de fundir, em Julho próximo, o INAPEM com o Instituto de Fomento Empresarial, duas instituições que estão a trabalhar no sentido de formar os empresários.

Mais...

Programa Angola Investe experimenta dificuldades

Publicado no dia 17 de abril de 2018 às 00:00:00

 

O presidente da Confederação Empresarial de Angola, Francisco Viana, revelou em Luanda, estar na posse de informações que dão conta de que o Programa Angola Investe, principal instrumento de apoio e financiamento público às micro, pequenas e médias empresas, está em dificuldades.

“Temos informações de que os bancos comerciais não estão a receber os reforços do fundo de garantias, nem os pagamentos compensatórios dos juros bonificados”, declarou sexta-feira, Francisco Viana, na presença do secretário de Estado para Economia, Sérgio Santos, na cerimónia de lançamento do Primeiro Congresso de Produção Nacional. Operado por bancos comerciais nacionais e coordenado pelo Ministério da Economia, o "Angola Investe" concede créditos com juros bonificados, sendo mais reduzidos que um financiamento bancário tradicional para as empresas. Num discurso de improviso, que se estendeu para lá de uma hora, o presidente da Confederação Empresarial de Angola passou em revista os principais problemas que afectam a economia nacional.
Em relação à situação financeira do país, Francisco Viana desafiou as autoridades a fazerem “um combate cerrado contra a máfia prevalecente no mercado cambial, cujas consequências para economia são do conhecimento público”.
O combate à máfia no mercado cambial, declarou , “tem de ser transversal, começando por uma maior fiscalização ao próprio Banco Nacional de Angola, até chegar a outros operadores bancários que actuam de forma fraudulenta”.
Francisco Viana referiu que essa máfia “está em todos os níveis da estrutura bancária”, sabendo-se de situações em que “a partir do BNA há transferências que não se conseguem entender, como os 500 milhões de dólares que saíram ilegalmente do país, enquanto empresários idóneos não conseguem divisas”.
“Temos estado a assistir a uma grande promiscuidade entre aqueles que são banqueiros e ao mesmo tempo empresários, que, na insuficiência de divisas, tendem a canalizar as poucas que aparecem para as suas empresas”, lamentou.
“ Não acontece em todos os bancos, mas sabemos que entre os accionistas faz-se essa divisão das divisas, depois entre os directores e a outros níveis, ficando os empresários nacionais sem cambiais”, ressalvou.
A propósito das dificuldades com que os empresários angolanos se debatem, o presidente da CEA manifestou desagrado com o problema da concorrência desleal, em que governantes também são empresários e tiram vantagens das posições que ocupam.
“ O nosso apelo é que os políticos façam política e deixem os empresários fazerem negócios”, disse, advertindo: “ se não acabarmos com a corrupção, a corrupção vai acabar connosco”.
Francisco Viana lembrou que Angola é um país que depende muito da contratação pública, sendo o Estado o maior comprador dos serviços, embora a grande maioria dos empresários não receba atempadamente pelos serviços prestados.
“ Mesmo sem receber, somos penalizados pela autoridade tributária que nos aplica multas e ajuda a agravar ainda mais a nossa situação”, assegurou.
A CEA inicialmente constituída por 51 associações empresariais e união de cooperativas das 18 províncias do país visa fortalecer a plataforma de diálogo entre o sector empresarial e Governo.
A instituição, que tem como presidente de direcção Francisco Viana e 12 vice-presidentes, é a mais representativa desta classe no país, por absorver homens de negócios dos mais variados sectores, como, entre outros, agrícola, pecuário, hoteleiro, panificação, mecanização agrícola, dentre outros.

Mais...

Banco faz desembolsos para o Angola Investe

Publicado no dia 19 de março de 2018 às 00:00:00

 

O presidente da Comissão Executiva do Banco Millennium Atlântico (BMA), Daniel Carvalho dos Santos, anunciou na sexta-feira, no Lubango, desembolsos de 11 por cento do crédito solicitado ao abrigo do Angola Investe, um programa de financiamento de iniciativa institucional.

Daniel Carvalho dos Santos prestou a informação no final de um encontro com o Governo Provincial da Huíla, onde deu a conhecer as actividades desenvolvidas pelo banco na província e declarou que outros créditos, fora do âmbito do Angola Investe, também foram desembolsados.

Indagado acerca da relevância dos desembolsos de apenas 11 por cento do financiamento solicitado, o presidente da Comissão Executiva do BMA lembrou que se estava a referir à província da Huíla, que tem cerca de dez por cento da população de Angola e de seis por cento do território nacional.

“Em termos relativos, 11 por cento é acima daquilo que seria a quota natural da província para o crédito. Tem um impacto muito expressivo. Estamos comprometidos com o processo de diversificação económica do país, uma prioridade do Executivo”, afirmou.

Em todo o caso, prosseguiu, a administração do BMA visitou a Huíla, na quinta e sexta-feira, para averiguar as necessidades adicionais dos clientes e encontrar uma forma de actuação para servir melhor, no interesse dos projectos das autoridades locais.

Daniel dos Santos declarou que o banco “tem um enorme compromisso” com a economia nacional e acredita que os empresários e autoridades da Huíla possam desenvolver projectos com o concurso do programa Angola Investe e de outros mecanismos.

“Temos a convicção de que, com um conjunto de projectos bem estru
turados, o banco pode dar o seu contributo”, disse. O banqueiro disse estar convencido que “o futuro vai-nos permitir fazer desembolsos relevantes e dar um contributo valioso à região e aos empresários”.O presidente da Comissão Executiva do Banco Millennium Atlântico (BMA), Daniel Carvalho dos Santos, anunciou na sexta-feira, no Lubango, desembolsos de 11 por cento do crédito solicitado ao abrigo do Angola Investe, um programa de financiamento de iniciativa institucional.

Daniel Carvalho dos Santos prestou a informação no final de um encontro com o Governo Provincial da Huíla, onde deu a conhecer as actividades desenvolvidas pelo banco na província e declarou que outros créditos, fora do âmbito do Angola Investe, também foram desembolsados.

Indagado acerca da relevância dos desembolsos de apenas 11 por cento do financiamento solicitado, o presidente da Comissão Executiva do BMA lembrou que se estava a referir à província da Huíla, que tem cerca de dez por cento da população de Angola e de seis por cento do território nacional.

“Em termos relativos, 11 por cento é acima daquilo que seria a quota natural da província para o crédito. Tem um impacto muito expressivo. Estamos comprometidos com o processo de diversificação económica do país, uma prioridade do Executivo”, afirmou.

Em todo o caso, prosseguiu, a administração do BMA visitou a Huíla, na quinta e sexta-feira, para averiguar as necessidades adicionais dos clientes e encontrar uma forma de actuação para servir melhor, no interesse dos projectos das autoridades locais.

Daniel dos Santos declarou que o banco “tem um enorme compromisso” com a economia nacional e acredita que os empresários e autoridades da Huíla possam desenvolver projectos com o concurso do programa Angola Investe e de outros mecanismos.

“Temos a convicção de que, com um conjunto de projectos bem estru
turados, o banco pode dar o seu contributo”, disse. O banqueiro disse estar convencido que “o futuro vai-nos permitir fazer desembolsos relevantes e dar um contributo valioso à região e aos empresários”.

No contacto com as autoridades locais, adiantou, foi constatada a existência de um conjunto de projectos bem estruturados de empresas de dimensão nacional sedeadas na Huíla. “Estamos convictos de que vamos poder, juntodestes parceiros e clientes, dar o contributo para a economia”, disse.

O BMA decidiu inserir um valor no seu plano global para financiar tais projectos, anunciou o presidente da Comissão Executiva, prevendo “um trabalho muito próximo junto das autoridades na componente da infra-estrutura básica e da energia”, para implantar “uma indústria com eficiência e capaz de competir com outras, de outras regiões”.

“Há uma componente turística muito importante e uma indústria diversificada que passa pelas rochas ornamentais e não só, para fazer face aos desafios do futuro”, ao que se junta o conhecimento aferido pelo conjunto de universidades com grande adesão popular e a componente agrícola e agro-pecuária que pode ser desenvolvida na região, apontou o responsável.


Fonte: JA (18.03.2017)

500 mil milhões de kwanzas para crédito aos empresários

Publicado no dia 7 de fevereiro de 2018 às 00:00:00

 

O MPLA propõe 500 mil milhões de kwanzas no Orçamento Geral do Estado destinados ao crédito para empresários, através de um Fundo de Garantia do Estado.

O grupo parlamentar do partido em maioria no Parlamento defende que este valor deve ser entregue aos bancos comerciais para onde os empresários devem recorrer. Os deputados do MPLA vão propor ao Executivo um aumento de verbas no Orçamento Geral do Estado para apoiar o empresariado nacional.

Os parlamentares reúnem-se hoje com o ministro de Estado do Desenvolvimento Económico e Social, Manuel Nunes Júnior, e os membros da equipa económica do Governo para apreciar e aprovar, na especialidade, as propostas do relatório-parecer conjunto da Lei do Orçamento Geral do Estado.

Em declarações ao Jornal de Angola, Salomão Xirimbimbi disse que o objectivo do aumento das verbas para o OGE prende-se com a concretização de projectos tem em vista a diversificação da economia e a geração de mais empregos e de receitas para que o Executivo, no próximo ano, esteja em condições de aumentar os salários, com base na taxa de câmbio.

No OGE, que vai à aprovação final global no próximo dia 14, o Executivo indica as acções de política para optimizar o sector empresarial público e propõe a redução efectiva da acção empresarial do Estado, criando unidades produtivas mais competitivas, através de um programa de ajustamento estrutural do tecido empresarial público.

O Executivo propõe também a redução do esforço do Tesouro junto das empresas públicas, através da revisão dos subsídios operacionais, no quadro de um programa de rendimento e reestruturação do sector empresarial.
A proposta indica ainda a definição do Programa Nacional de Competitividade para alavancar a competitividade estrutural, acelerar a diversificação económica e melhorar a posição de Angola nos “rankings” internacionais.

Ajustar os principais instrumentos de promoção empresarial e industrial (FND, Angola Investe, IFE, FACRA), para que se consigam produzir efeitos positivos num contexto de restrições no financiamento, também é intenção do Executivo.


Fonte: Jornal de Angola (07/02/2018)

PAI+ é o pai "Grande" do programa de diversificação da economia nacional

Publicado no dia 6 de fevereiro de 2018 às 00:00:00

 

O objectivo consta do Programa de Apoio à Produção, Diversificação das Exportações e Substituição de Importações, a "bíblia" do Executivo para a diversificação da economia. Programa mistura "chavões" antigos como aumentar as exportações e a produção interna e diminuir importações. Será desta?

A criação de um novo Programa Angola Investe (PAI), denominado PAI+, até Abril de 2018 é uma das principais medidas previstas no Programa de Apoio à Produção, Diversificação das Exportações e Substituição de Importações (PRODESI), documento que funcionará como nova "bíblia" do processo de diversificação da economia.

Mais...

Estado injecta 2.000 milhões USD no sistema financeiro

Publicado no dia 19 de janeiro de 2018 às 00:00:00

 

Numa altura em que um grupo de trabalho está a passar a pente fino a participação do Estado na banca, o Governo prepara a injecção de 403 mil milhões Kz a distribuir por BPC, BCI, BDA, Fundo de Apoio ao Desenvolvimento Agrário (FADA), Fundo de Garantia de Crédito e Recredit. Fusões estão em cima da mesa.

O Estado vai injectar 403 mil milhões Kz, cerca de 2 mil milhões de USD, para recapitalizar instituições financeiras em que é accionista maioritário, nomeadamente o BPC, BCI, BDA, bem como no Fundo de Apoio ao Desenvolvimento Agrário (FADA), no Fundo de Garantia de Crédito (FGC) e na Recredit.

Mais...

Angola Investe receberá menos 27% do que em 2017

Publicado no dia 5 de janeiro de 2018 às 00:00:00

 

A programação do Ministério da Economia e Planeamento Governo propõe um Programa de Facilitação do Acesso ao Crédito com mais de 44 milhões Kz. Por sua vez, o Angola Investe está orçado em 927,641 milhões Kz, uma redução de 27,5% em relação a 2017 quando atingiu 1, 280 mil milhões Kz.
O programa de diversificação da produção nacional, com um investimento de 528 milhões Kz, alia-se ao de fomento da actividade produtiva da indústria transformadora, com despesas de quase 41 milhões Kz, e o fomento da actividade agrícola, que irá merecer aproximadamente 18 milhões Kz, mais do que os 7 milhões recebidos em 2017.
O incentivo ao empreendedorismo é uma novidade que merecerá 188 milhões Kz. Quanto ao programa de apoio às grandes empresas e sua inserção em clusters empresariais, receberá 16, 722 mil milhões Kz, menos do que recebeu no ano passado, 18 mil milhões Kz.
Em relação à indústria transformadora, o OGE já adianta que deverá registar um declínio da produção, com as perspectivas de crescimento a passarem de 4% para um crescimento negativo de 0,7%. Importa realçar que este sector foi dos que mais se ressentiram das consequências da actual situação do mercado cambial, em termos de disponibilidade de divisas para satisfação das necessidades do sector com a importação de equipamentos e matérias-primas.
Já no sector agrícola, o programa de desenvolvimento da agricultura familiar, responsável por mais de 70% da produção nacional, registou uma queda, ficando com apenas 773,3 milhões mil Kz, menos do que os 4,656 milhões Kz de 2017.
Porém, o programa para o desenvolvimento da agricultura comercial viu crescer para mais que o dobro o seu bolo, para quase 9 milhões Kz contra os 3,60 milhões Kz do ano passado.
No entanto, na agricultura perspectiva-se um crescimento a uma taxa de 4,4%, contra os 7,3% previstos no OGE 2017.
O desempenho da actividade agrícola para este ano será resultado da colheita esperada dos cereais, cuja produção é projectada para 2.820,4 mil toneladas, contra as 2486,7 das frutas, com uma produção planeada para cerca de 5.560,5 mil toneladas, das leguminosas e oleaginosas, cuja produção lançada é de 728,4 mil toneladas.
Quanto às pescas, a taxa de crescimento foi revista em baixa, de 2,3% no OGE 2017 para 2,2%, em decorrência de questões relacionadas com o aprovisionamento de recursos cambiais para pagamentos inerentes aos custos operacionais: marinheiros, aquisição de peças sobressalentes.
Infraestruturas
O OGE pretende orientar os investimentos públicos em infraestruturas (energia, água, vias de acesso e outras) “no sentido de satisfazer as necessidades do sector produtivo, visando o aumento rápido da produção nacional”. Para tal, o Ministério da Construção e Obras Públicas tem programada a reabilitação e construção de infraestruturas económicas básicas, com 55, 689 mil milhões Kz atribuídos.
Já do Plano Nacional de Ordenamento do Território, que se pretende elaborado, tem cabimentados neste ano 2, 255 milhões Kz. No mesmo sector, estão destinados 98 201 milhões Kz para a reabilitação e construção de infraestruturas e transportes rodoviários.
O documento proposto adianta que o sector da construção observou uma ligeira redução nas suas perspectivas de crescimento, ao passar dos 2,3% previstos no OGE 2017 para 2,2%.
“Esta revisão em baixa justifica-se pelo ajustamento esperado nas despesas de capital e, em particular, do Programa de Investimentos Públicos. Pressupõe-se também que os projectos inseridos nas linhas de crédito conheçam um maior dinamismo de execução física”, lê-se no documento.
Energia
As perspectivas de crescimento para o sector da energia mantêm-se, prognosticando-se uma taxa de cres-cimento de 40,2%, semelhante à taxa de 40,2% de 2017, contra os 27,9% previstos no PND 2013-2017.
A previsão da produção deste sector resulta da evolução física dos projectos estruturantes, o que permitirá a entrada em funcionamento das seguintes centrais: Central 1 e Central 2 de Cambambe, com capacidade de 260 MW e 700 MW, respectivamente, a Central de Ciclo Combi-nado do Soyo (Ciclo Simples), que prevê 480 MW, e a Central de Laúca, com capacidade prevista de 1320 MW.
Na programação orçamental mais de metade do bolo, 52,88%, vai para os compromissos com a dívida pública, 29,91% para a actividade permanente, e 1,60% para a rubrica reservas.

Fonte: Mercado 05/01/2018

Projectos do programa Angola Investe passados a "pente fino"

Publicado no dia 24 de abril de 2017 às 00:00:00

 


O Fundo de Garantia de Crédito (FGC) possui uma carteira avaliada em 38,2 mil milhões Kz, no âmbito do financiamento do programa Angola Investe, sob alçada do Ministério da Economia, anunciou ao Mercado o CEO do fundo, João Júlio Fernandes.

Falando no final da visita de campo realizada na semana finda a alguns projectos financiados pelo programa Angola Investe, nas províncias de Luanda e Bengo, o responsável lembrou que a garantia do fundo cobre apenas 70% do valor do financiamento.
O CEO referiu que o FGC tem vindo a acompanhar 303 projectos a nível nacional referentes ao programa. Desse número, adiantou, 40% estão direccionados para a agricultura, a agro-pecuária e as pescas.
João Júlio Fernandes sublinhou também que o FGC viabilizou, até ao presente, financiamentos no valor de 59, 5 mil milhões Kz, ainda no âmbito do Angola Investe.
Em relação aos projectos visitados, o entrevistado assegurou que não há todavia necessidade de se accionar uma garantia a qualquer dos dois, por não se ter verificado incumprimentos na execução dos mes-mos.

Mais...

Aprovado Relatório de Balanço de Caixa de Janeiro de 2017

Publicado no dia 24 de fevereiro de 2017 às 00:00:00

 

A quarta reunião ordinária conjunta das comissões Económica e para a Economia Real do Conselho de Ministros, orientada pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, aprovou, quinta-feira, o Relatório de Balanço do Plano de Caixa do Mês de Janeiro de 2017, cujas despesas foram executadas em 73 porcento do montante programado.

A reunião aprovou ainda a Proposta de Plano de Caixa referente a Março de 2017, que contém a projecção das entradas e saídas de recursos financeiros nesse período.

Mais...

Estado reforça capital do Fundo de Garantia de Crédito angolano

Publicado no dia 9 de fevereiro de 2017 às 00:00:00

 

O Estado angolano vai emitir mais de 28 milhões de euros em dívida pública para capitalizar o Fundo de Garantia de Crédito (FGC), que avaliza os empréstimos concedidos ao abrigo do programa de crédito para empresas Angola Investe.

A informação consta de um decreto presidencial deste mês, a que a Lusa teve hoje acesso, autorizando o Ministério das Finanças a emitir Obrigações de Tesouro em Moeda Nacional a favor do FGC "como aumento de capital" e "potencializando desta maneira os rácios prudenciais do Fundo e possibilitando assim a expansão das suas atividades".

Mais...

Bié: Fazenda Vinevala prevê colher mais de mil toneladas de milho

Publicado no dia 11 de janeiro de 2017 às 00:00:00

 

Chinguar - Mil e 200 toneladas de milho devem ser colhidas, durante o mês em curso (Janeiro), pela fazenda Vinevala, no município do Chinguar, 75 quilómetros a Sudoeste da cidade do Cuito, na província do Bié.

A informação foi prestada hoje, quarta-feira, à Angop pelo fazendeiro Alfeu Vinevala, sublinhando que a colheita vai ser feita em 100 hectare de terra.

Mais...

Reembolsos do crédito acima dos 70 por cento

Publicado no dia 23 de novembro de 2016 às 00:00:00

 

O grau de cumprimento para o reembolso de empréstimos bancários, no quadro do Angola Investe, ultrapassa os 70 por cento dos 93.376 milhões de kwanzas concedidos até ao momento ao sector produtivo desde 2012, altura em que o Executivo lançou o programa, revelou o presidente do Conselho de Administração do Instituto Nacional de Pequenas e Médias Empresas (Inapem).
Os investidores, entre agricultores e industriais, agrupados em 362 projectos já estão a devolver os 68.583 milhões de kwanzas aos bancos de Poupança e Crédito (BPC), Atlântico Millenium, de Comércio e Indústria (BCI), Internacional de Crédito (BIC) e Totta, o que, para António de Assis, torna o programa funcional e permite a mais investidores aderir à iniciativa financeira que visa relançar a produção e acelerar a diversificação da economia.
O presidente do Inapem precisou que o financiamento ao sector produtivo, com destaque para a agricultura, registou um ritmo de crescimento elevado, nos últimos anos, com a implementação do Angola Investe. Até ao momento, o programa já financiou um total de 479 projectos, avaliados em 93.376 milhões de kwanzas.
O responsável explicou que as demais instituições financeiras aprovaram alguns projectos, mas ainda não disponibilizaram as respectivas verbas, alegando a tramitação burocrática.
“Os técnicos estão a trabalhar para a redução da carga burocrática na contratação de empréstimos e no custo de acesso ao financiamento da actividade empresarial produtiva”, referiu o PCA do Inapem.
O responsável disse ainda que um dos empecilhos no acesso ao crédito está no facto de os bancos também estarem a trabalhar para preparar técnicos que dominem as tramitações de um dossier de financiamento bancário agrícola ou industrial, para facilitar a situação.
“A ideia do Executivo é diversificar a economia, através do aumento da produção de bens ligados à indústria de materiais de construção, pesca, agricultura, pecuária, indústria transformadora e minas”, lembrou o gestor.
Os bancos comerciais aprovaram a iniciativa do Fundo de Garantias de Crédito, que aceitou 368 financiamentos de garantias públicas, no valor de 49.770 milhões de kwanzas. Neste momento, o programa Angola Investe aplica, a contar desde a sua criação, 112.813 milhões de kwanzas, sendo este o maior financiador de projectos no sector agrícola. O programa Angola Investe aposta também no financiamento de serviços como transportação de mercadoria das cidades para o meio rural, oficinas de manutenção e reparação de equipamentos e indústria da paz, na hotelaria e turismo.
António de Assis garantiu que os bancos comerciais são os que investem no programa Angola Investe e o Estado angolano participa apenas com garantias, quando o banco considera o projecto viável, bonificando a taxa de juros, que é inferior à taxa geral. O Angola Investe tem, na sua base de dados, 12.462 empresas certificadas do porte de pequenas e médias empresas. Mais de 71 mil empresários foram formados pelo programa em referência, dando-lhes bases de como começar o seu negócio e as formas de mantê-los.

Iniciativas

Mais...

Malanje: Programa Angola Investe concede mais de AKZ 112 milhões em quatro anos

Publicado no dia 10 de novembro de 2016 às 00:00:00

 

Cacuso - Cento e 12 milhões e 813 mil kwanzas é o valor cedido pelos bancos comerciais do país às pequenas e médias empresas, nos últimos quatro anos, para o financiamento de 480 projectos sociais, no âmbito do programa Angola Investe.

A informação foi prestada no município de Cacuso, em Malanje, pelo presidente do Conselho de Administração do Instituto Nacional de Apoio às Pequenas e Médias Empresas (Inapem), António Assis, quando dissertava sobre o “Programa Angola Investe”.

Mais...

Fábrica no Bocoio aposta forte na produção de sumos naturais

Publicado no dia 5 de setembro de 2016 às 00:00:00

 

Uma unidade fabril, em construção no município do Bocoio, na província de Benguela, passa a produzir a partir deste ano sumos de fruta, anunciou o director da Agricultura na região.
José Manuel disse que a fábrica Monte Belo deve estar pronta em finais deste ano. Resultado de uma parceria público-privada concretizada com o financiamento do programa “Angola Investe”, o empreendimento vai também produzir fruta em calda. Numa primeira fase, a fábrica vai criar 500 novos postos de trabalho.
Depois de concluída, a unidade passa a ter um laboratório de certificação de qualidade, de forma a garantir que a fruta mantenha as propriedades anteriores ao processamento, com sabor característico e valores nutritivos, área administrativa, arrecadação para acondicionamento da fruta, campos de jogos e residências para técnicos. A administradora municipal do Bocoio, Deolinda Valiangula, disse que a futura fábrica vai promover produtos frutícolas locais. Os actuais níveis de produção justificam a abertura da agro-indústria no município, através do PROFIR, o que vai permitir aos agricultores terem um local onde possam efectuar comércio.
A maquinaria destinada à fábrica já se encontra na cidade do Lobito, desde Fevereiro de 2016. O proprietário aguarda apenas pela conclusão dos trabalhos de alvenaria, dentro de quatro a cinco meses, para a montagem do equipamento. A empresa vai dedicar-se à produção de bebidas através do líquido extraído de frutas tropicais, com primazia para o abacaxi.
Deolinda Valiangula reconheceu que a falta de uma fábrica e de meios de transporte para o escoamento faz com que mais de um terço das 359.068 toneladas de abacaxi produzidas na localidade se estrague no campo. Mas o director da Agricultura do Bocoio acredita que este ano é de mudança para a transformação industrial e comercialização. Estima-se que pelo menos 200 mil toneladas de abacaxi vão ser directamente canalizadas para a fábrica, o que vai exigir maior empenho dos produtores.
“A unidade vem resolver substancialmente um importante problema, que é a perda de culturas no campo, todos os anos”, realça. O responsável acrescenta que, com a sua instalação, evitam-se os desperdícios na produção frutícola e geram-se lucros, enquanto o abacaxi do Bocoio ganha mais aceitação no mercado.
“Logo que faça a colheita, o produtor vende abacaxi para a fábrica a um preço mais justo e, em contrapartida, sai a ganhar. Com essa facilidade, vai aumentar a área plantada”, realçou. Este é “um projecto bem pensado”, não só por criar empregos, mas por ser ponto “de partida da indústria ” no Bocoio. A produção de abacaxi atingiu 359.68 toneladas anuais, como resultado dos investimentos privados nos últimos anos e do clima favorável do Bocoio, município que está na linha da frente da fruticultura na província de Benguela.

Actividade familiar

Mais...

Angola Investe recebe apoios

Publicado no dia 6 de julho de 2016 às 00:00:00

 

O Banco Keve, instituição de direito angolano com um capital superior a 100 milhões de dólares e com 56 agências em 12 províncias do país, garante dar continuidade ao apoio financeiro a projectos do Programa Angola Investe.
A garantia de apoio aos projectos de desenvolvimento e à economia nacional foi prestada segunda-feira, em Luanda, pelo presidente da comissão executiva do Banco Keve, Arlindo Rangel, durante a inauguração de agências na estrada de Catete, em Viana, e no Luanda Shopping.
Em declarações à imprensa, Arlindo Rangel disse que, apesar do momento pouco produtivo que o país atravessa, o Banco Keve vai continuar a desenvolver estratégias para rentabilizar os depósitos em créditos para as famílias e às empresas nacionais. A abertura da agência na estrada de Catete em Viana, disse Arlindo Rangel, vai permitir maior eficácia na captação de capitais às empresas situadas naquele município e a do Luanda Shopping vai assegurar aos particulares serviços personalizados e com mais rapidez.
Apesar de ser um ano difícil, preenchido de alguns cortes nas despesas em investimentos para particulares e empresas, acrescentou que o Banco Keve continua a melhorar e garante que vai vencer as actuais dificuldades.
Com 500 funcionários distribuídos em 56 dependências, o Banco Keve prevê expandir-se para este ano nas seis províncias em falta, nomeadamente Lunda Norte e Sul, Zaire, Bié, Bengo e Cuanza Norte.


Fonte: JA (06/07/16)

Centenas de empresas recebem créditos

Publicado no dia 24 de março de 2016 às 00:00:00

 

O crédito concedido pelo programa Angola Investe desde 2013 é de 61.188 milhões de kwanzas e envolve 339 projectos, anunciou em comunicado, na terça-feira, o Ministério da Economia.

Nesse período, foram aprovados 468 projectos avaliados em 87.745 milhões de kwanzas, indica o documento, um relatório de balanço que considera o “Angola Investe” como o “maior programa de crédito de Angola”.

Os desembolsos do programa em 2015 constituíram 18 por cento do total do crédito aprovado no país e de 11 do concedido pela banca comercial, “representando um contributo significativo para a diversificação da economia e a geração de emprego”.
O “Angola Investe” tem um mecanismo de financiamento que envolve 17 bancos comerciais, mas a concessão de crédito é liderada pelo Millennium, um banco de capitais luso-angolanos, indica o relatório.

O Fundo de Garantia de Crédito, um mecanismo institucional, emitiu nesse lapso de tempo 333 garantias para financiamentos associados ao programa cifradas 44.702 milhões de kwanzas, enquanto o Instituto Nacional das Micro, Pequenas e Médias Empresas (INAPEM) certificou 11.347 firmas, habilitando-as a beneficiar das vantagens concedidas pelo Angola Investe.

O Instituto Nacional das Micro, Pequenas e Médias Empresas também concedeu formação em matéria de abertura e gestão de negócios a 64.567 candidatos e beneficiários de crédito do programa, uma “meta que fica muito acima dos objectivos previstos”, afirma o documento.

O Ministério da Economia atribui o valor do crédito e o número de projectos aprovados às leis que, no ano passado, simplificaram e reduziram os custos para a formação de sociedades comerciais, assim como à das cooperativas, as quais contribuíram “para o aumento do número de empresas constituídas”, uma elevação do nível da actividade económica e a melhoria do ambiente de negócios.

Em resultado de financiamentos do “Angola Investe”, diz o documento, o país atingiu, no ano passado, uma produção de 1,250 milhão de ovos por dia, o que representa 80 por cento das necessidades do país.

O “Angola Investe” é um mecanismo de financiamento que tem por objectivo suportar o crescimento das Micro, Pequenas e Médias empresas (MPME) e dessa forma contribuir para a robustez da economia e para a diversificação da produção interna de bens de grande consumo. O programa é coordenado pelo Ministério da Economia, o qual procura manter o grau de exigência necessário elevar a taxa de sucesso dos projectos e os mais baixos níveis de crédito malparado.

Mais...

Entrevista Portal da Liderança - João Júlio Fernandes: até ao momento nenhuma garantia foi accionada

Publicado no dia 24 de fevereiro de 2016 às 00:00:00

 

O presidente do conselho de administração do angolano FGC – Fundo de Garantia de Crédito afirma que, com a criação deste programa, o sector bancário em Angola “teve de se capacitar para a análise de projectos em sectores pouco relevantes nas suas políticas de concessão de crédito”.

Em entrevista ao Portal da Liderança, João Júlio Fernandes não nega que as actuais dificuldades cambiais em solo angolano têm um impacto incontornável no financiamento, o que “tem resultado no atraso de vários projectos devido aos desembolsos para fornecedores no exterior do país”. No entanto, ressalta que esta conjuntura traz oportunidades “pelo simples facto de não haver alternativas para a sustentabilidade da economia senão a substituição competitiva de importações. Tal cria espaço para se investir em novas actividades e dinamizar sectores já existentes”.

Mais...

BE tem uma carteira de crédito de USD 100 milhões

Publicado no dia 22 de fevereiro de 2016 às 00:00:00

 

Banco Económico (BE) conta com uma carteira de crédito de 100 milhões de dólares para financiar diferentes projectos inseridos no Programa Angola Investe, informou (sábado), em Luanda, o director coordenador do Gabinete da instituição financeira, Jorge Ramos.

Em declarações à Angop, sobre “A importância do Programa Angola Investe no processo da diversificação da economia”, Jorge Ramos explicou que os 100 milhões de dólares estão disponíveis com base num protocolo existente entre a instituição bancária e o Ministério das Finanças.

Mais...

BE considera programa «Angola Investe» suporte para empresários

Publicado no dia 4 de fevereiro de 2016 às 00:00:00

 

O director coordenador do gabinete da Banca Investimento, do Banco Económico (BE), Jorge Pereira Ramos, considerou(quarta-feira), em Luanda, que o programa "Angola Investe", do Executivo angolano, permite, num momento de crise, causada pela queda do preço do petróleo, apoiar a diversificação da economia em curso no país e facilitar o surgimento de novos empresários.

Em entrevista à Angop, sobre “A importância do programa Angola Investe no processo da diversificação da economia”, Jorge Ramos afirmou que a diversificação económica, em última instância, pertence aos empresários, por serem os responsáveis a escolherem o destino do investimento.

Mais...

Angola emite 30 milhões em dívida para capitalizar Fundo de Garantia de Crédito

Publicado no dia 29 de janeiro de 2016 às 00:00:00

 

O Estado angolano vai emitir mais de 30 milhões de euros em dívida pública para capitalizar o Fundo de Garantia de Crédito (FGC), que avaliza os empréstimos concedidos ao abrigo do programa de crédito destinado a empresas "Angola Investe".

O anúncio consta de um decreto presidencial de 15 de Janeiro, a que a Lusa teve hoje acesso, autorizando o Ministério das Finanças a emitir Obrigações de Tesouro em Moeda Nacional a favor do FGC, visando "ampliar a concessão de crédito agrícola aos produtores nacionais".

A emissão será de até 5.180 milhões de kwanzas (30,5 milhões de euros) e o prazo de reembolso de 24 anos, com juros de 5% ao ano, indica ainda o decreto assinado pelo Presidente angolano, José Eduardo dos Santos.

O programa "Angola Investe" foi impulsionado pelo Governo angolano para apoiar o investimento em setores de atividade produtiva no país, através de crédito bancário.

Em paralelo, o executivo avançou em 2012 com a criação do Fundo de Garantia de Crédito, como suporte a este programa e que chegou a analisar cerca de 100 pedidos de crédito por dia em 2014.

Um estudo apresentado em novembro pela consultora KPMG alertou para a tendência crescente no volume do crédito vencido em Angola. A taxa de crédito malparado de 14,5% em 2014 compara com uma percentagem de 11,3% no ano anterior, mas há também "uma grande concentração de risco" nos empréstimos concedidos, reconheceu na ocasião Vítor Ribeirinho da KPMG.

"Na generalidade dos bancos, os vinte principais clientes significam qualquer coisa como 60 ou 70% da carteira de crédito. Obviamente que isto não é desejável, basta que um desses clientes entre em dificuldades para trazer dificuldades maiores aos bancos", apontou, identificando a necessidade de os bancos "diversificarem" o crédito.

Mais...

Projectos de investimentos turísticos apresentados ao "Angola Investe" têm insuficiências técnicas

Publicado no dia 29 de janeiro de 2016 às 00:00:00

 

Luanda - A maioria das propostas de investimentos no sector turístico e hoteleiro apresentadas ao Programa Angola Investe para financiamento têm insuficiências técnicas ligadas à construção das infra-estruturas, disse hoje, sexta-feira, em Luanda, o director do Instituto de Fomento do Turismo (Infotur), Eugénio Clemente.

A maioria das propostas de investimentos no sector turístico e hoteleiro apresentadas ao Programa Angola Investe para financiamento têm insuficiências técnicas ligadas à construção das infra-estruturas, disse hoje, sexta-feira, em Luanda,
o director do Instituto de Fomento do Turismo (Infotur), Eugénio Clemente.

Mais...

Muitos empreendimentos turísticos do país têm estruturas precárias

Publicado no dia 28 de janeiro de 2016 às 00:00:00

 

Luanda - Angola tem hoje uma rede de pensões, aldeamentos turísticos e de restaurantes mas muitos desses empreendimentos apresentam infra-estruturas precárias, revelou hoje, o director do Instituto de Fomento do Turismo (Infotur), Eugénio Clemente.

Em declarações à Angop, Eugénio Clemente justificou que “se olharmos hoje para muitas infra-estruturas do sector hoteleiro e turístico existente no país concluímos que são precárias porque os empresários construíram sem observarem pormenores técnicos.

Mais...

BUE e Angola Investe longe dos objectivos

Publicado no dia 20 de janeiro de 2016 às 00:00:00

 

Os resultados, muito aquém das expectativas, são consequência de um sistema bancário sem sensibilidade e competência para acompanhar projectos no sector produtivo – a agricultura, as pescas, a pecuária (entre outros).

Os programas de fomento da actividade empresarial e do empreendedorismo, Balcão Único do Empreendedor (BUE) e Angola Investe, estão a ser reformulados porque não cumpriram os objectivos. No âmbito do Angola Investe foram criados, até agora, cerca de 50 mil empregos – mas a meta inicial previa 200 mil novos postos de trabalho.
Os dados foram comunicados por Samora Kitumba, administrador do Instituto Nacional de Apoio às Micro, Pequenas e Médias Empresas (INAPEM), durante a apresentação do programa social do Fundo Soberano de Angola (FSDEA).
O responsável do organismo tutelado pelo Ministério da Economia reconheceu que são iniciativas que “não funcionaram” e que neste momento estão aquém das expectativas de todos os intervenientes. “Os programas estão a ser revistos e melhorados” e vão ressurgir nos próximos meses, explicou Samora Kitumba.
A iniciativa do governo levou à implementação de um BUE por município, sob responsabilidade do Ministério da Justiça (em colaboração com o INAPEM) e visava a formalização dos micro e pequenos negócios que são feitos um pouco por todo o país.

Mais...

Empréstimos aumentaram desempenho

Publicado no dia 18 de dezembro de 2015 às 00:00:00

 

Os projectos agropecuários e piscícolas do sector privado do Bié financiados pelo “Angola Investe” aumentaram o desempenho das empresas daquela província, apurou na quarta-feira o Jornal de Angola, durante uma visita da vice-governadora provincial para o Sector Económico a unidades de produção que beneficiaram desses empréstimos.

Deolinda Gonçalves disse que o Governo Provincial do Bié está a dar apoio institucional aos empresários que aderem ao programa, o qual além de elevar os níveis de produção, “ajuda bastante” o Estado na solução de problemas como o desemprego.
A vice-governadora apontou como modelo dessa evolução a fazenda da comuna do Cunje Catchanjo, onde é produzida uma média anual de 60 toneladas de carne e derivados e 40 toneladas de cacusso por mês. “É de todo o interesse do Governo tornar exequíveis as facilidades de crédito, para que a nossa economia se torne mais robusta e tenha maior participação das empresas na formação das receitas fiscais”, explicou.
Os incentivos concedidos pelo Governo Provincial, como formação e aconselhamento, têm o objectivo de capacitar os empresários para se candidatarem ao acesso das linhas de créditos. Deolinda Gonçalves esclareceu que a meta do Governo Provincial do Bié é fazer com que um número maior de empresas se habilite aos financiamentos concedidos pelo programa “Angola Investe”.

Mais...

Projectos têm financiamento

Publicado no dia 25 de novembro de 2015 às 00:00:00

 

O programa “Angola Investe” representa cerca de 18 por cento do total do crédito aprovado e de 11 por cento do desembolsado pela banca, anunciou ontem, em Luanda, o ministro da Economia.

Abraão Gourgel, que falava na abertura de um seminário sobre benefícios fiscais, afirmou que desde que foi instituído em 2011, o programa já aprovou 450 projectos, que equivalem a 900 milhões de dólares (122 mil milhões de kwanzas) dos quais já foram disponibilizados 500 milhões de dólares (cerca de 68 mil milhões de kwanzas).

Mais...

Bengo: Banco Sol financiou economia com USD 47 milhões

Publicado no dia 23 de novembro de 2015 às 00:00:00

 

Caxito - O Banco Sol financiou a economia nacional com uma fasquia na ordem dos 47 milhões de dólares, no âmbito do Programa Angola Investe, revelou hoje, segunda-feira, em Caxito, província do Bengo, o presidente do conselho de administração do Banco Sol, Coutinho Nobre Miguel.

Segundo o gestor, que falava na inauguração da agência em Caxito, o Banco Sol é parte integrante do Programa Angola Investe, com uma fasquia em Kwanzas equivalente a 100 milhões de dólares.

Mais...

Cunene: Programa Angola Investe dá passos decisivos no crescimento do tecido empresarial

Publicado no dia 13 de novembro de 2015 às 00:00:00

 

Ondjiva - A criação do Programa Angola Investe, em 2012, representa um passo decisivo para o crescimento do tecido empresarial do país, a julgar pelos seus efeitos na economia nacional, disse hoje, em Ondjiva (Cunene), a directora local do Instituto Nacional de Apoio as Micro, Pequenas e Medias Empresas (INAPEM), Teresa de Jesus.

Ao falar à Angop sobre a adesão de empresários ao "Angola Investe", a responsável afirmou que o programa representa uma oportunidade e uma decisão certa para o crescimento do empresariado nacional.

Mais...

Banco Sol possui 100 milhões de dólares para crédito ao programa Angola Investe

Publicado no dia 13 de novembro de 2015 às 00:00:00

 

Luanda - O Banco Sol conta com cem milhões de dólares norte-americanos para o financiamento do programa de Angola Investe, aos empreendedores das micros, médias e pequenas empresas, informou hoje, sexta-feira, em Luanda, o presidente do Conselho de Administração, Coutinho Nobre Miguel.

O presidente prestou estas informações na cerimónia de inauguração de um balcão da instituição, localizada na Avenina Hoje Ya Henda (ex Avenida Brasil), distrito urbano do Rangel, no âmbito dos 40 anos da independência nacional, assinalado dia 11 do corrente mês.

Mais...

Angola Investe disponibilizou 76,1 mil milhões Kz para 419 projectos

Publicado no dia 7 de outubro de 2015 às 00:00:00

 

O sector da indústria concentrou, até Julho de 2015, 176 do total de projectos aprovados, contra 148 da agricultura. A área de prestação de serviços destacou-se na terceira posição, com 55 projectos aprovados e financiados.

Cerca de 76,1 mil milhões Kz é quanto foi disponibilizado pelo programa Angola Investe, desde o seu lançamento em 2012 a Julho do ano em curso, para o financiamento de 419 projectos aprovados, segundo dados avançados pelo Ministério da Economia.

Mais...

País já é auto-suficiente em produção gráfica - afirma empresário

Publicado no dia 2 de setembro de 2015 às 00:00:00

 

O presidente do conselho de administração do grupo empresarial angolano Cecaso, proprietária da gráfica Imprimarte, Carlos Cunha, afirmou hoje, quarta-feira, em Luanda, que o país possui já condições técnicas e humanas que garantem a execução plena de qualquer trabalho gráfico.

Segundo o responsável, que falava no final de uma visita de constatação de administradores do Fundo de Garantia de Crédito, Banco BIC (financiador) e ministério da Economia, às instalações da referida gráfica “hoje não há razões de se efectuarem trabalhos gráficos no exterior de Angola, pois as empresas locais do sector estão capacitadas para responder a demanda”.

Mais...

Mais de 300 projectos do Angola Investe beneficiam de garantia pública

Publicado no dia 2 de setembro de 2015 às 00:00:00

 

Luanda - Trezentos e três projectos financiados pela banca comercial no âmbito do programa AngolaInveste beneficiaram de garantia pública, revelou hoje, quarta-feira, em Luanda, o administrador do Fundo de Garantia de Crédito, afecto ao Ministério da Economia, Manuel Passos.

Segundo o responsável, que falava à imprensa no final de uma visita às instalações da gráfica Imprimarte, no âmbito do AngolaInveste, os referidos projectos (303) tiveram um financiamento de cerca de 59 mil milhões de kwanzas e cerca de 30 mil milhões de kwanzas em termos de garantias prestadas.

Mais...

Banco BIC disponibiliza 11 mil milhões de kwanzas no âmbito do Angola Investe

Publicado no dia 2 de setembro de 2015 às 00:00:00

 

Luanda - O Banco BIC (Banco Internacional de Crédito) tem aprovados 37 projectos, equivalentes a 11 mil milhões de kwanzas, no âmbito do programa AngolaInveste, sob tutela do Ministério da Economia, disse hoje, quarta-feira, em Luanda, o director de empresas dessa instituição, Bruno Bastos.

Segundo o bancário, que falava à imprensa no final de uma visita a uma unidade gráfica financiada pelo BIC, à luz do Angola Investe, existem ainda cerca de 10 projectos apresentados pelos clientes em análise e que até ao final do ano certamente o montante a apresentar ao fundo de garantia para financiamento será maior.

Mais...

BCI: PCA garante apoio aos empresários do Zaire

Publicado no dia 31 de agosto de 2015 às 00:00:00

 

O Presidente do Conselho da Administração do Banco de Comércio e Indústria (BCI), Filomeno Ceita, garantiu, em Mbanza Congo, província do Zaire, apoio aos empresários locais que se candidatarem ao programa "Angola Investe".

Ao dirigir-se aos presentes no acto de inauguração do segundo balcão da sua instituição em Mbanza Congo, o gestor reiterou que o BCI está aberto para apoiar todas as iniciativas singulares e colectivas para o fomento das suas actividades.

Mais...

Conselho de Ministros aprecia Proposta de Lei de Base do Sistema de Educação

Publicado no dia 26 de agosto de 2015 às 00:00:00

 

Luanda - Documentos de teor sócio-económico, entre os quais, a Proposta de Lei de Base do Sistema de Educação, estão a ser apreciados nesta quarta-feira pelo Conselho de Ministros, numa sessão que decorre sob orientação do Presidente da República, José Eduardo dos Santos.

O projecto de agenda da 6ª sessão ordinária do ano em curso refere estar igualmente em apreciação o Projecto de Decreto Presidencial que aprova o Estatuto Orgânico do Fundo de Garantia de Crédito.

Mais...

Cuando Cubango: Angola Investe concede mais de AKz 600 milhões de créditos

Publicado no dia 14 de agosto de 2015 às 00:00:00

 

Missombo - Seiscentos e cinquenta milhões de kwanzas foram concedidos pelo programa Angola Investe, na província do Cuando Cubango, até início de Agosto, para financiar micro, pequenas e médias e empresas (Mpme) certificadas, revelou hoje, quinta-feira, em Menongue, o ministro da Economia, Abrahão Gourgel.

O ministro prestou esta informação quando discursava na abertura da primeira Feira Internacional de Agro-pecuária, Indústria e Turismo, promovido pelo governo do Cuando Cubango com a empresa Argentina “4 Finance”.

Mais...

Bengo: Vice-governador incentiva empresários aderirem ao "Angola Investe"

Publicado no dia 12 de agosto de 2015 às 00:00:00

 

Caxito - O vice-governador da província do Bengo para esfera económica, Domingos Guilherme, incentivou hoje, terça-feira, em Caxito, os empresários a aderirem ao Programa "Angola Investe", por forma a promover negócios e contribuir para a diversificação da economia.

O governante, que falava durante a abertura do workshop sobre "governação de ética empresarial", adiantou que por via do "Angola Investe" é possível os empresários obterem créditos dos bancos comerciais e constituírem micro, pequenas e médias empresas.

Mais...

Huíla: Abraão Gourgel esclarece afrouxamento no Programa "Angola Investe"

Publicado no dia 10 de agosto de 2015 às 00:00:00

 

Lubango - "O Programa Angola Investe regista algum afrouxamento na sua execução, na província da Huíla, motivado pelo actual momento que o país vive, mas que deverá ser ultrapassado nos próximos tempos", afirmou hoje, sábado, no Lubango, o ministro da Economia, Abraão Gourgel.

Falando aos jornalistas, após a abertura da feira agro-pecuária, o ministro afirmou que o Executivo está a estudar mecanismos, no sentido de ultrapassar a actual situação, que tem imposto embaraços à economia e aos empresários nacionais.

Mais...

Huíla: BIC concede USD 300 milhões em créditos para projectos agrícolas

Publicado no dia 10 de agosto de 2015 às 00:00:00

 

Lubango - O presidente do Conselho da Administração do Banco Internacional de Comercio (BIC), Fernando Teles, disse hoje, no Lubango, que a sua instituição já concedeu créditos agrícolas, avaliados em mais de 300 milhões de dólares, no quadro do programa "Angola Investe".

Em declarações à Angop, à margem da feira agro-pecuária que decorre no Lubango, desde sábado, Fernando Teles afirmou que o BIC tem como valor global cerca de seis milhões e 300 mil dólares para os particulares e para o Estado, no âmbito deste mesmo programa.

Mais...

Huíla: PCA do BIC diz que Angola pode deixar de importar produtos agro-pecuários

Publicado no dia 10 de agosto de 2015 às 00:00:00

 

Lubango - O presidente do Conselho da Administração do Banco Internacional de Comercio (BIC), Fernando Teles, considerou hoje, no Lubango, província da Huíla, de pertinente que Angola deixe de importar produtos agro-pecuários, uma vez existir províncias com capacidade para abastecer o mercado nacional.
Ao falar à Angop, a propósito da feira agro-pecuária que decorre nesta urbe, desde sábado, Fernandes Teles destacou a importância de o governo estimular os empresários nacionais, para que eles possam produzir cada vez mais e alavancar a economia nacional.


--------------------------------------------------------------------------------

Mais...

Indústria absorve mais financiamento

Publicado no dia 25 de junho de 2015 às 00:00:00

 

As indústrias transformadora e extractiva absorveram mais de 44 por cento da tomada de crédito bancário do Programa Angola Investe, com 152 projectos, contra 37 por cento e 127 projectos dos sectores da agricultura, pecuária e pescas, disse, terça-feira, em Luanda, o ministro da Economia.

Abraão Gourgel falava num fórum de negócios na capital do país e referiu que o programa já aprovou, desde a sua abertura, em 2011, 404 projectos avaliados em 737 milhões de dólares (mais de 88 mil milhões de kwanzas), com 400 milhões de dólares (40 mil milhões de kwanzas) já disponibilizados.

Mais...

Banco Sol disponibliza 30 milhões de USD ao programa «Angola Investe»

Publicado no dia 22 de junho de 2015 às 00:00:00

 

O Banco Sol já disponibilizou 30 dos 100 milhões de dólares norte americanos, convertidos em Kwanza, subscritos ao programa "Angola Investe", para as micro, pequenas e médias empresas do país.

A revelação é do Presidente do Conselho de Administração do Banco Sol, Coutinho Nobre Miguel, que assegurou ao ministério da economia, estarem em curso processos que deverão absorver cerca de 40 milhões de dólares, equivalente em Kwanzas. "Este é o nosso objetivo, continuar a financiar a economia nacional. Portanto, este valor é para apoiar todos àqueles pequenos empresários", disse Nobre Miguel à RNA.

Mais...

Sector industrial absorve metade de empréstimos

Publicado no dia 8 de junho de 2015 às 00:00:00

 

O sector da indústria transformadora absorve cerca de 50 por cento dos financiamentos aprovados este ano pelo Banco Millennium Angola (BMA), revelou a instituição, sexta-feira, em Luanda, numa gala que visou distinguir pequenas e médias empresas.

Ao abrigo do programa Angola Investe, o BMA aprovou projectos de investimento em 16 das 18 províncias, com destaque para as províncias de Luanda (com 40 por cento do crédito concedido), Benguela (20 por cento) e Huíla (sete por cento).
Numa gala para premiar pequenas e médias empresas (PME), o banco declarou que o forte envolvimento do BMA no Angola Investe proporciona igualmente uma expressiva diversificação sectorial e geográfica nos projectos aprovados. O sector de matérias de construção tem 14 projectos aprovados.
O BMA lidera o sector financeiro do programa Angola Investe com uma quota superior a 30 por cento em número de projectos aprovados e em volume de financiamento concedido. Os projectos já aprovados permitem gerar cerca de 6.500 postos de trabalho directos, não considerando o seu impacto no emprego indirecto que é igualmente muito significativo.
O banco voltou este ano a reconhecer o desempenho, a solidez e o profissionalismo das pequenas e médias empresas que recebem créditos na instituição, ao premiar, com o galardão “PME Excelência” um total de 575 entidades empresariais. O BMA A distingue as empresas com uma maioria de capital angolano que demonstrem ser financeiramente sólidas, ter contas organizadas, contarem com uma mão-de-obra qualificada, serem baseadas em projectos inovadores e sustentáveis e terem uma boa posição de mercado e capacidade de expansão.
A distinção deste ano resulta do conhecimento que o BMA possui, através da sua relação com estes grupos de clientes, o que permite à instituição uma avaliação correcta e consequente distinção.

Mais...

Angola Investe já aprovou 55 projectos em 2015

Publicado no dia 4 de junho de 2015 às 00:00:00

 

Luanda - O ministro da Economia, Abrahão Gourgel, afirmou hoje, quinta-feira, em Luanda, que os 17 bancos aderentes ao programa Angola Investe já aprovaram desde o inicio deste ano, 55 projectos num valor de 6,7 mil milhões de Kwanzas.

Ao discursar na cerimónia de entrega de diplomas de Excelência 2015 às 575 pequenas e médias empresas angolanas (PME), Abrahão Gourgel referiu-se ao facto do apoio dos bancos não se confinar apenas aos períodos de maior bonança financeira no pais.

Mais...

Cunene: INAPEM analisa modalidades de acesso ao Angola Investe

Publicado no dia 21 de maio de 2015 às 00:00:00

 

Ondjiva - Uma delegação do Instituto Nacional de Apoio às Micros, Pequenas e Médias Empresas (Inapem), chefiada pelo administrador para área de planeamento e finanças, Samora Mendoça Silva, trabalha desde hoje, na província do Cunene, com objectivo de avaliar o grau de acesso dos empresários locais ao programa Angola Investe.

Samora Mendoça Silva, que regressa sexta-feira a Luanda, vai manter um encontro com os empresários locais, pequenos empreendedores e gerentes dos bancos operadores no programa Angola Investe.

Mais...

Cabinda: Angola Investe aprova sete projectos

Publicado no dia 21 de maio de 2015 às 00:00:00

 

Cabinda - Sete projectos de empresários da província de Cabinda, avaliados em 280 milhões de kwanzas, foram aprovados no âmbito do programa “Angola Investe”, disse hoje, quinta-feira, nesta cidade, o responsável provincial do Instituto Nacional de Pequenas e Médias Empresas (INAPEM), João Baptista Neto.

Em declarações à Angop, João Neto lamentou a pouca adesão ao programa por parte do empresariado local devido a maioria dos empresário locais não corresponder com os critérios exigidos para o acesso ao financiamento bancário.

Mais...

Fazenda Santo António ajuda a reduzir carências de ração animal no país

Publicado no dia 21 de maio de 2015 às 00:00:00

 

Luanda - A produção de ração animal pela “Fazenda Santo António”, localizada no município da Quibala, província do Cuanza Sul, vai permitir reduzir a carência do produto no país, fundamentalmente para aqueles os que se dedicam à criação de aves poedeiras, assim como baixar a sua importação, considerou hoje, quinta-feira, o ministro da Economia, Abrahão Gourgel.

De acordo com o ministro da Economia, Abrahão Gourgel, que falava à imprensa depois de uma visita de trabalho a fazenda, que recebeu do programa Angola Investe cerca de três mil milhões de Kwanzas (cerca 29 milhões e 400 mil dólares norte-americanos), dentro do sector, considerado bandeira do programa, por visar a produção de frango e ovos, faltou a inclusão da produção de rações para abastecer os produtores de aves.

Mais...

Cabinda: Programa "Angola Investe" tem disponíveis USD 5 milhões

Publicado no dia 12 de maio de 2015 às 00:00:00

 

Cabinda - O programa "Angola Investe" tem disponíveis cinco milhões de dólares norte-americanos para a província de Cabinda, destinados ao programa de diversificação da economia nacional, informou nesta segunda-feira, o vice-governador para o sector económico, Romão Macário Lembe.

O governante, que falava à imprensa no termo de sua vista de campo a alguns projecto ligados ao programa "Angola Investe", disse que todo o empresário pode se candidatar ao crédito na condição de que esteja certificado junto do Instituto Nacional de Pequenas e Médias Empresas (INAPEM).

Mais...

Sector da hotelaria e turismo tem empréstimos garantidos

Publicado no dia 6 de maio de 2015 às 00:00:00

 



O director do Instituto de Fomento do Turismo (INFOTUR) anunciou, em Menongue, que os bancos comerciais envolvidos no programa Angola Investe têm financiamentos entre 250 mil e cinco milhões de dólares (27,450 e 549 milhões de kwanzas) para empresários que queiram investir na hotelaria e turismo em todo o país.

Mais...

Delegação do INAPEM termina visita a Argentina

Publicado no dia 8 de março de 2015 às 00:00:00

 

Luanda - Depois de uma ronda de encontros para troca de experiências com entidades e especialistas do ramo da agricultura e indústria da Republica da Argentina, a delegação do Instituto Nacional de Apoio às Pequenas e Médias Empresas (INAPEM) terminou a sua visita de trabalho que efectuava àquele país, soube sábado à Angop.

O administrador do INAPEM e chefe da comitiva, Samora Kitumba de Mendonça e Silva, informou que os objectivos da visita foram atingidos, baseados na busca de experiências para fortificar as micro, pequenas e médias empresas angolanas, e assim, impulsionar as mesmas.

Mais...

Moxico: Ministério da Economia aposta nas micro-empresas

Publicado no dia 25 de fevereiro de 2015 às 00:00:00

 

Luena - O Ministério da Economia tem, no seu plano de projectos, a fortificação e capitalização do empresariado nacional, sobretudo das micro, pequenas e médias empresas, revelou hoje, terça-feira, no Luena (Moxico), o ministro angolano da Economia, Abraão Gourgel.

Falando na palestra sobre “o impacto do programa Angola-Investe e da Diversificação da Economia”, no âmbito da realização do Campo Nacional de Férias do Estudantes Universitários (Canfeu), o ministro reiterou que a diversificação da economia e a industrialização são tendências irreversíveis, que resultam de uma política do Estado.

Mais...

Fundos na economia

Publicado no dia 23 de fevereiro de 2015 às 00:00:00

 

O programa Angola Investe concedeu até ao ano passado empréstimos superiores a 66 mil milhões de kwanzas, 14,7 por cento do volume dos financiamentos ao sector produtivo, anunciou o ministro da Economia.

Abraão Gourgel, que fez a revelação num encontro com os representantes dos bancos destinado a fazer o balanço da evolução do Angola Investe em 2014, disse que os financiamentos do programa permitiram criar 54.300 postos de trabalho em 17 províncias, o que demonstra que as instituições bancárias têm um papel fundamental na dinâmica do programa.
O ministro salientou que até ao ano passado mais de 40 mil jovens empreendedores beneficiaram de formação e consultoria proporcionada pelo programa. O assessor do ministro da Economia, Licínio Contreiras, referiu que até Fevereiro deste ano foram aprovados 362 projectos para um financiamento de 70 mil milhões de kwanzas.
Aquela verba, afirmou, destinou-se a investimentos em 152 programas da indústria transformadora e extractiva, o que representa 44 por cento do crédito concedido. A agricultura, pecuária e pesca, com 127 projectos aprovados, representam 37 por cento, os serviços tiveram 35 projectos aprovados e constituem 32 por cento do total dos empréstimos, disse.
As províncias de Luanda, Benguela e Huíla lideram a dispersão territorial do crédito com 20 projectos financiados em cada uma, seguidas do Huambo, Bié e Namibe com seis. O Banco Millennium Angola (BMA) aprovou 138 projectos, o de Fomento Angola (BFA) 39, o Africano de Investimento (BAI) 37, o BIC 35, o de Poupança e Crédito (BPC) 31 e outras instituições das 17 que aderiram ao programa abaixo de 25.

Mais...

Ministro da Economia desloca-se ao Moxico

Publicado no dia 23 de fevereiro de 2015 às 00:00:00

 

Luena - O ministro angolano da Economia, Abrahão Gourgel é aguardado terça-feira, no Luena, província do Moxico, para se inteirar do funcionamento de empreendimentos sociais e económicos, no âmbito do programa Angola-Investe.
Segundo uma nota do governo do Moxico, o ministro visitará as instalações do Balcão Único do Empreendedor (BUE) e o Instituto local de Pequenas e Médias Empresas (INAPEM).

Abraão Gourgel vai reunir com o governador provincial, João Ernesto dos Santos, e com representantes de associações empresariais e dos bancos comerciais.

Mais...

Programa "Angola Investe" concede mais de 64 bilhões de kwanzas em crédito

Publicado no dia 21 de fevereiro de 2015 às 00:00:00

 

Pelo menos 64 bilhões de kwanzas foram concedidos em crédito, em 2014, pelo programa "Angola Investe" informou sexta-feira, em Luanda, o ministro da Economia, Abrahão Gourgel.

O governante avançou esses números quando discursava num encontro de balanço das actividades realizadas no âmbito do programa “ Angola Investe”, tendo ressaltado que 2015 será o ano da afirmação desse projecto de desenvolvimento das micro, pequenas e médias empresas.
Reconheceu que as instituições bancárias têm tido um papel fundamental na catalisação do programa, através de um rigoroso sistema de aprovação e cedência dos créditos.
Realçou ainda o impacto do programa na criação de empregos, directos e indirectos, ultrapassando já os 54 mil e 300 postos de trabalho, em 17 províncias do país, onde está a ser implementado o projecto.
“Com o apoio de todos, este programa pode consolidar a sua expressão e o seu peso no fomento da actividade económica e pode também significar mais emprego e riqueza para o país”, argumentou.
Sublinhou que o programa não se esgota no financiamento, mas também abrange muitas outras áreas como a formação, consultoria, entre outras.

Mais...

Defendido forte desenvolvimento privado para diversificação económica

Publicado no dia 21 de fevereiro de 2015 às 00:00:00

 

Luanda - O processo de diversificação da economia nacional só será viável com um forte desenvolvimento do sector privado e empresarial angolano afirmou, sexta-feira, em Luanda, o secretário de Estado do Tesouro, Leonel da Silva.

O responsável fez este pronunciamento durante um jantar conferência sobre o programa “Angola Investe”, promovido pelo Ministério da Economia.

Mais...

Nova fábrica explora inertes

Publicado no dia 16 de fevereiro de 2015 às 00:00:00

 

Uma fábrica de exploração e comercialização de inertes foi inaugurada na localidade de Nganacamana, regedoria de Mbanza Kinguangua, pelo governador provincial do Uíge.

A unidade fabril tem capacidade para produção de 100 metros cúbicos por hora, num total de 800 por dia, correspondente a 1.200 toneladas de materiais como pó de pedra, bago de arroz e brita. O gerente da fábrica, Manuel José Simões, disse que o empreendimento é resultado de um financiamento do programa Angola Investe, do Ministério da Economia, em 50 por cento, concedidos através do Banco BAI.
“A nossa indústria contribui certamente para o desenvolvimento da província no domínio da construção civil, obras públicas e privadas, para o fornecimento de material diverso para a construção. Apesar de recente e pequena, a nossa empresa tem responsabilidade social. Reabilitámos já 3.200 metros de estrada terciária, que neste momento beneficia a população”, sublinhou. Manuel Rodrigues garantiu que vão igualmente construir um posto de saúde e uma casa para a regedoria em benefício da população da localidade onde a mesma está instalada.
“Temos um compromisso forte com a componente ambiental e bem-estar”, rematou.

Mais...

Agricultores incentivados a contrair os empréstimos

Publicado no dia 11 de fevereiro de 2015 às 00:00:00

 

O governador provincial de Benguela incentivou os agricultores da região a recorrerem ao financiamento bancário no âmbito do programa Angola Investe, com projectos no valor não superior a quinhentos milhões de kwanzas.

Isaac dos Anjos, que falava num encontro com os agricultores realizado no âmbito da diversificação da economia da província, exortou os empresários a recorrerem também ao Fundo Soberano, agrupando-se em cooperativas.
O governador lembrou que o Fundo Soberano dispõe de um programa para a capitalização das cooperativas.
Sobre a entrada de produtos dos países vizinhos de Angola, sobretudo da África do Sul e Namíbia, desafiou os empresários de Benguela a serem mais audazes na comercialização.
Os agricultores, além da concorrência dos empresários de países vizinhos, revelaram preocupações por a distribuição da água ser feita por intermédio de chimpacas a partir do rio Cavaco, os atrasos na construção de fábricas de transformação de massa tomate, no Dombe Grande (Baía Farta), assim como de sumos e concentrados da fruta no Monte-Belo (Bocoio), pois já se registam excedentes de produção. O governador provincial anunciou para breve a reabilitação do perímetro agrário do município da Catumbela.
“Agora o que é preciso é libertar as áreas agrícolas para produção”, disse Isaac dos Anjos, que prevê em breve a utilização da água do rio Catumbela para o perímetro agrário que vai do município da Catumbela à Damba Maria, nas proximidades do município de Benguela. O Governo Provincial, lembrou, já lançou as bases para a instalação das fábricas de transformação de tomate e de frutos.

Mais...

Crédito à economia tem forte dinâmica

Publicado no dia 9 de fevereiro de 2015 às 00:00:00

 

Apesar das restrições orçamentais, o crédito permanece este ano sólido devido ao programa de aceleração da diversificação da economia, afirmou numa conferência de imprensa, em Luanda, o ministro da Economia.

Abraão Gourgel que fez a declaração após a primeira sessão ordinária do Conselho de Ministros, referiu que o programa de diversificação da economia inclui a adopção de procedimentos que não exigem recursos avultados e acabam por implicar uma melhoria substancial do acesso ao crédito.
“Este programa inclui acções, como a dinamização do acesso ao crédito interno e externo por projectos que forem aceleradores da diversificação da economia”, afirmou o ministro da Economia.
Está em desenvolvimento um modelo de apoio ao financiamento à indústria não petrolífera, na qual o Ministério da Economia tem uma equipa técnica a trabalhar para estar concluído este ano.
O ministro disse que vão aplicadas práticas que o sector petrolífero utilizou com sucesso para permitir o boom do sector em Angola, dinamizar os seguros agrícolas como complemento do crédito e a própria promoção do crédito agrícola para o qual os recursos estão assegurados por via do Orçamento Geral do Estado.

Mais...

Aprovadas propostas de Lei para constituição de Sociedades Comerciais e das Cooperativas

Publicado no dia 29 de janeiro de 2015 às 00:00:00

 

Luanda - O parlamento angolano aprovou hoje, quinta-feira, com 172 votos a favor, 6 contra e 3 abstenções, a proposta de Lei da Simplificação do Processo de Constituição das Sociedades Comerciais e a proposta de Lei das Cooperativas com 174 votos a favor, 6 contra e 3 abstenções.


As aprovações ocorreram durante a 4ª reunião plenária ordinária, da 3ª Sessão Legislativa, da III Legislatura da Assembleia Nacional (AN).

Mais...

Produção de hortículas está em alta

Publicado no dia 29 de janeiro de 2015 às 00:00:00

 

Programa Angola Investe no Chinguar


A fazenda agrícola “Vinevala”, no município do Chinguar, pode alcançar este ano uma safra na ordem das dez mil toneladas de batata revelou o seu proprietário.

Mais...

Angola Investe Trava Falências

Publicado no dia 19 de dezembro de 2014 às 00:00:00

 

O Programa Angola Investe, que se destina a financiar o empresariado nacional, pretende impedir que mais empresas entrem em falência.

O Executivo identificou cinco focos principais que levavam ao seu encerramento, afirmou na cidade do Uíge um administrador do Instituto Nacional de Apoio às Micro, Pequenas e Médias Empresas (INAPEM).
Samora Kitumba, que falava durante a realização do “Café do Empreendedor”, um espaço de diálogo entre os empresários e o executivo, promovido pelo Governo Provincial do Uíge, afirmou que a falta de financiamentos ou de um espírito criativo e inovador para fazer negócios, o excesso de burocracia, o fraco incentivo à produção nacional e o excesso de informalidade foram as principais causas da falência em muitas empresas nacionais.
O administrador do Nacional de Apoio às Micro, Pequenas e Médias Empresas informou u que o Executivo decidiu atacar os vectores que provocam a morte das empresas com a criação do Programa Angola Investe. O economista apontou os sectores das pescas, agricultura, pecuária, indústria transformadora e de materiais de construção como prioritários. Samora Kitumba esclareceu os empresários que, para uma empresa ser considerada ­pequena ou média, deve estar certificada pelo instituto.
“Só assim consegue obter facilmente um financiamento para os seus projectos”, esclareceu Samora Kitumba. Reconheceu que existem ainda algumas dificuldades, mas garantiu que o Executivo está a fazer tudo para ultrapassá-los e garantir o acesso dos empresários a financiamentos, direito de superfície de terrenos e a qualificação da gestão empresarial. Samora Kitumba aconselhou as empresas a terem a situação fiscal regularizada, porque no próximo ano, a inspecção tributária vai actuar de forma rigorosa. “Quem não tiver a situação fiscal regularizada não pode participar em concursos públicos para a obtenção de obras, não vai poder prestar serviços ao Estado nem concorrer a um financiamento e outros incentivos.
A partir do próximo ano, os Governos Provinciais devem, de acordo com a Lei dos Organismos Públicos, reservar 25 por cento dos orçamentos anuais à aquisição de bens e serviços às micro, pequenas e médias empresas certificadas pelo INAPEM e com a situação fiscal regularizada. “Pretendemos estimular o aparecimento de outras empresas”, concluiu.

Mais...

Programa Angola Investe deverá criar cerca de 55 mil empregos

Publicado no dia 14 de novembro de 2014 às 00:00:00

 

O programa "Angola Investe", "Meu Negócio" e "Minha Vida" deverá criar cerca de 55 mil empregos, directos e indirectos, com a disponibilização de 49 mil milhões de kwanzas, indica um comunicado de imprensa saído da II Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Concertação Social, realizada esta sexta feira, em Luanda.

De acordo com a nota da reunião, orientada pelo Vice-presidente da República, Manuel Vicente, o valor dos projectos aprovados é de 78 mil milhões de Kwanzas.

O documento faz alusão a um relatório de balanço do programa "Angola Investe" (PDMPME), "Meu Negócio " e "Minha Vida, que "evidencia os principais avanços obtidos nos últimos meses do ano em curso, essencialmente no que se refere ao financiamento às micro, pequenas e médias empresas e aos benefícios fiscais concedidos aos operadores económicos".

Informa ainda que até Outubro foram certificadas nove mil 255 empresas e realizadas 911 acções de formação, abrangendo 37 mil 112 formandos até Setembro deste ano.

Os membros do Conselho pronunciaram-se sobre a proposta de Orçamento Geral de Estado para 2015, considerando que a mesma foi elaborada no espírito do actual contexto económico e financeiro internacional, caracterizado pela baixa significativa do preço do petróleo.

Reconheceram, todavia, que a proposta mantém a afectação de recursos significativos para o sector social, para o qual está destinado 34% do total do OGE e, nesse âmbito prevê-se reforçar as dotações para os programas de assistência social, destacando-se o aumento daquelas que estão destinadas para a saúde e a educação.

No encontro, os participantes foram informados sobre a estratégia do governo para a expansão da rede comercial de Angola até 2017, que engloba um conjunto de mecanismos, instrumentos e acções que visam criar as condições para que, com o envolvimento do sector privado, a mesma se possa alargar e modernizar, nos seus diferentes segmentos, em todo o território nacional.

Os parceiros sociais do governo apreciaram também um memorando sobre a implementação do Plano Nacional de Formação de Quadros.

O documento retrata as acções que o Executivo pretende realizar para promover o desenvolvimento do potencial humano de Angola, de maneira a dar resposta às exigências e necessidades do desenvolvimento sustentável do país, diversificar a economia, aumentar o emprego, reduzir as assimetrias regionais, elevar o nível de qualificação técnica e profissional da mão de obra nacional e melhorar o nível de vida dos cidadãos.

No quadro da iniciativa para o melhoramento do ensino superior, os membros do conselho apreciaram um relatório sobre o processo de auscultação pública dos ante-projectos de diplomas legais deste subsistema de ensino, documento que reflecte as opiniões das diversas entidades envolvidas, resultantes de encontros realizados em todas as províncias, de 7 a 11 de Julho deste ano.



Fonte: Expansão/Angop (14/11/14)

País em reunião sobre garantias

Publicado no dia 30 de outubro de 2014 às 00:00:00

 

Uma comissão chefiada pelo administrador do Fundo de Garantia de Crédito (FGC), Silvano de Araújo, participou a 16 e 17 deste mês, em Istambul, Turquia, na conferência anual das Associações Europeias de Sociedades de Garantias Mútuas (AECM).

Segundo uma nota de imprensa fornecida aos Jornal de Angola, o evento foi orientado pelo presidente da AECM, José Fernando Figueiredo, que apresentou alguns dados estatísticos das operações realizadas pelos membros da organização em 2013.
Durante os dois dias, os países membros do AECM apresentaram novos produtos, experiências e os desafios com que se deparam as sociedades de garantia nos respectivos mercados.
Silvano de Araújo falou, durante a conferência, sobre a cooperação internacional do Fundo com alguns dos membros da AECM, com principal destaque para a congénere portuguesa, que tem vindo a apoiar o Fundo nas mais distintas áreas ligadas à actividade das sociedades de garantias de crédito. No evento participaram países como Itália, Alemanha, Espanha, Coreia do Sul, Áustria, Hungria, Rússia, França, Estónia, Croácia, Portugal, Canadá, Estados Unidos, Turquia, Peru, Chile, Mongólia, Eslovénia e Bósnia. O próximo encontro da AECM tem lugar em Junho do próximo ano na cidade de Frankfurt, Alemanha.


Fonte: Jornal de Angola (30.10.14)

Angola lança programa público para facilitar crédito à economia

Publicado no dia 28 de outubro de 2014 às 00:00:00

 

O Governo vai avançar com medidas para potenciar a concessão e acesso ao crédito para fomentar a economia nacional, de acordo com um decreto presidencial a que a Lusa teve acesso esta segunda-feira, dia 27 de Outubro.

Em causa está o Programa de Potenciação do Crédito à Economia (PROCRED), que contará com três eixos de actuação, conforme define o mesmo decreto, de 21 de Outubro, assinado pelo Presidente, José Eduardo dos Santos.

Será directamente orientado pelo Vice-Presidente da República, Manuel Vicente, e prevê a "introdução de estímulos" e a "eliminação de barreiras à procura de crédito", bem como a "dinamização" da sua oferta comercial.

Envolve a criação de um enquadramento legal e institucional "facilitador à expansão do crédito", lê-se no mesmo documento.

Estas medidas surgem numa altura em que os empresários se queixam de dificuldades na concessão de crédito à economia em Angola. Por outro lado, vários administradores de bancos apontam a falta de projectos de negócio devidamente fundamentados ou viáveis, nomeadamente através da linha de financiamento Angola Investe, lançada em 2011 pelo Estado para fomentar o investimento de micro, pequenas e médias empresas.

No final de 2013, de acordo com números da consultora Deloitte, o crédito líquido a clientes dos bancos angolanos aumentou 14 por cento, face a 2012, cifrando-se em 2.710.974 milhões de kwanzas, sendo este o crescimento mais baixo desde 2009.

Já segundo a KPMG, o crédito vencido voltou a registar um aumento em 2013 em Angola, neste caso de 31,9% face ao ano anterior, o que representa 8% do total de crédito concedido.

O PROCRED, agora aprovado, envolverá directamente os ministérios da Economia, das Finanças e da Justiça e dos Direitos Humanos, juntamente com o Banco Nacional de Angola (BNA).

As medidas a implementar pela tutela da Economia - que coordenará o programa - passam pelo aumento da "credibilidade creditícia" das empresas angolanas, por "fomentar o equilíbrio da estrutura de capital das empresas" e pelo desenvolvimento de um programa específico de microcrédito.

Vai também "dinamizar" o acesso ao crédito dos projetos "aceleradores da diversificação da economia", resultantes dos programas previstos no Plano Nacional de Desenvolvimento. Envolverá a promoção directa ao crédito agrícola e a promoção da "melhoria" das práticas de gestão e contabilidade das empresas.

Ao BNA caberá especificamente a missão de "reforço da capacidade de financiamento dos bancos", bem como o fomento do desenvolvimento de novos produtos de crédito e o reforço da regulação e supervisão na actividade de crédito.

Entre outras medidas, o programa preconiza que o Ministério das Finanças deverá "concluir a implementação do Mercado de Capitais" e fomentar a aplicação de contabilidade organizada nas empresas.

Ainda no âmbito do PROCRED, o Ministério da Justiça e dos Direitos Humanos deverá criar uma central de registo de garantias, além de avaliar "alternativas de garantias reais à figura da hipoteca", como forma de facilitar e garantir o processo de concessão de crédito.



Fonte: Lusa (28/10/14)

Cresce número de financiamento no programa Angola Investe

Publicado no dia 1 de setembro de 2014 às 00:00:00

 

Luanda - O programa Angola Investe já disponibilizou, em dois anos de execução, no conjunto das micro, pequenas e medias empresas, um total de 180 financiamentos, o que corresponde a 340 milhões de dólares americanos (cerca de 32,8 mil milhões de kwanzas).


A informação foi prestada pelo ministro da Economia, Abrahão Gourgel, durante um encontro de esclarecimento sobre o enquadramento do sector da hotelaria e Turismo.

Afirmou que no referido período foram aprovados 288 financiamentos, num total de 55 mil 377 milhões de kwanzas.

Foram, igualmente, emitidas 201 garantias pelo Fundo de Garantia de Crédito.

Afirmou que desde a última reunião de acompanhamento de projectos ligados ao Angola Investe, realizada há três semanas, foram aprovados mais sete financiamentos.

O programa, prosseguiu Abrahão Gourgel, está a ser implementado de modo firme e seguro. Nunca deixou de ter aumento e melhoria nas diferentes reuniões de acompanhamento de projectos.

O governante manifestou-se optimista quanto ao próximo desenvolvimento do programa, em particular, a entrada de dois novos sectores considerado de grande impacto designadamente o do Comércio, bem como Hotelaria e Turismo.



Fonte: Angop (01.05.14)

Hotelaria e Turismo entram no programa Angola Investe

Publicado no dia 1 de setembro de 2014 às 00:00:00

 

Luanda - O sector da Hotelaria e Turismo faz parte, desde hoje, segunda-feira, do Programa Angola Investe, uma iniciativa do Executivo angolano de apoio ao investimento em sectores de actividade produtiva.

O anúncio foi feito pelo ministro da Hotelaria e Turismo, Pedro Mutindi, durante um encontro de esclarecimento sobre o enquadramento do sector no programa lançado há dois anos.

Pedro Mutindi disse que a medida era muito aguardada, por quanto só a existência de um fundo para o fomento do turismo estaria em condições de facilitar um melhor posicionamento da classe empresarial angolana ligada ao Turismo e Hotelaria.

Com essa medida, prosseguiu o governante, os operadores do sector podem optar pela utilização desses fundos para potenciar as áreas de Hotelaria e Turismo em matéria de infra-estruturas.

Os empresários do sector de Hotelaria e Turismo deverão ter acesso ao financiamento do Angola Investe nas mesmas condições que os empreendedores dos demais sectores.

Para tal, devem apresentar um plano de negócios, que incluiu o estudo de viabilidade, além de registar-se no Instituto Nacional de Apoio as Micro, Pequenas e Médias Empresas (Inapem) para ser classificada.

Se for um empresário principiante, deve levar já o estudo de viabilidade. Depois da classificação, o empresário deve dar entrada do pedido de financiamento num banco comercial.

Depois de 30 dias da entrada do projecto, se não houver uma resposta, o empresário pode reclamar junto do Ministério da Economia ou do Inapem.

Inicialmente, o Programa Angola Investe estava estruturado para apoiar investimentos nos ramos de Agricultura, Pecuária e Pescas, materiais de construção, serviços de apoio ao sector produtivo, indústrias, transformadoras, energia e minas.

O referido programa prevê a atribuição de montantes máximos de financiamento de 20 milhões de kwanzas (para as micro empresas), 150 milhões de kwanzas (pequenas empresas) e 500 milhões de kwanzas (médias empresas).



Fonte: Angop (01.09.14)

Nota de Imprensa - Fundo de Garantia distinguido na Expo-Huíla 2014

Publicado no dia 25 de agosto de 2014 às 00:00:00

 

Luanda, 25 de Agosto de 2014 – O Fundo de Garantia de Crédito (FGC), foi distinguido com uma menção honrosa aquando da sua participação na Expo-Huíla 2014 que decorreu nos dias 20-24 de Agosto do corrente ano na cidade do Lubango.

A premiação referente a disponibilidade e pronta resposta, no que concerne a solicitação de financiamentos e a concessão de garantias às instituições financeiras para execução de projectos que permitirão o desenvolvimento socioeconómico da região, foi entregue aos representantes do FGC presentes no certame pelo presidente da AAPCIL, António Manuel Pereira de Lemos.

A Expo-Huíla é um evento anual, organizado pela AAPCIL (Associação Agro-pecuária, Comercial e Industrial da Huíla), com vista a promover os negócios e potencialidades agro-pecuárias, comercial e industrial daquela região. A feira contou com a participação de vários expositores oriundos de diferentes pontos de Angola.

O Fundo de Garantia de Crédito é uma entidade criada pelo Decreto Presidencial Nº78/12 de 04 de Maio, com o objectivo de garantir o cumprimento das obrigações assumidas pelos agentes económicos no âmbito do Mecanismo de Garantias Públicas para às micro, pequenas e médias empresas e servir de contra-garantia às garantias prestadas pelas sociedades de garantias de crédito

Angola Investe reafirma aposta na formação de empreendedores

Publicado no dia 28 de julho de 2014 às 00:00:00

 

O Ministro da Economia, Abrahão Gourgel, reafirmou, sexta-feira, a aposta do programa Angola Investe na formação de pequenos empreendedores nos domínios da contabilidade e preparação de projectos de investimentos.

Ao falar no encerramento do II Fórum Económico da província do Cuando Cubango, o governante referiu que tal aposta visa, entre outros factores, conferir maior capacidade de planificação e gestão de negócios aos pequenos empreendedores.

Apontou como condição fundamental para o sucesso dos pequenos empreendedores, a implantação do sector bancário nas diferentes localidades do país para agilizar os negócios, dinamizar a economia, estimular a produção e fomentar a poupança.

“Quando falamos do apoio do Estado é preciso relativizar a eficácia dos incentivos, sejam de natureza fiscal ou aduaneira. Podem compensar a existência de algumas desvantagens como a distância para os centros consumidores e os custos dos insumos”, frisou.

Relativamente a província do Cuando Cubango, considerou ser fundamental associar as iniciativas do Governo com as do sector privado para reabilitar e explorar os diversos perímetros hidroagrícolas, no âmbito de uma gestão integrada das respectivas bacias hidrográficas.

O II Fórum Económico da província do Cuando Cubango, evento que juntou empresários nacionais e estrangeiros, decorreu sob lema “ Transformar o Cuando Cubango em terras do progresso”.

Inaugurada primeira incubadora de empresas do país

Publicado no dia 24 de junho de 2014 às 00:00:00

 

Luanda - A província de Luanda conta, a partir de hoje, terça-feira, com a primeira incubadora de empresas do país, numa iniciativa do Executivo angolano para apoiar o empreendedorismo e diversificação da economia.

Orçada em 200 milhões de kwanzas e inaugurada pelo ministro da Juventude e Desportos, Gonçalves Muandumba, a incubadora, localizada no município de Viana, no perímetro da Zona Económica Especial Luanda-Bengo, é um mecanismo de estímulo, apoio técnico, gerencial e tecnológico aos empreendedores, sobretudo, jovens, cujas empresas existem há cerca de dois ou três anos.

Em declarações à imprensa, Maria Ruth Chitas, administradora para o empreendedorismo e incubação de empresas do Instituto Nacional das Pequenas e Médias Empresas (Inapem), entidade gestora da incubadora, disse que o espaço, constituído por cinco naves, igual número de oficinas e escritórios, está à disposição dos empreendedores que têm uma ideia e querem materializá-la em negócio, sem possuírem, no entanto, recursos.

“Esses empreendedores vão passar a residir na incubadora de empresas por um período de até três anos, obtendo formação, consultoria, para gestão de negócios de forma sustentada, evitando-se a mortalidade da empresa logo à nascença”, pontualizou.

Realçou que a incubadora vai potenciar as empresas para que elas tenham cultura empresarial e quando tiverem maturidade poderem candidatar-se ao crédito e estarem habilitadas a geri-lo.

Considerou que a incubadora foi criada na Zona Económica Especial Luanda-Bengo para apoiar empresas que se queiram profissionalizar no ramo industrial, apoiando a pequena indústria.

Numa primeira fase, revelou, três dos 10 vencedores do concurso “Ideia Brilhante”, promovido pelo Instituto Nacional das Pequenas e Médias Empresas, que actuam no ramo da indústria, serão os primeiros residentes nesta incubadora.

Dentre os requisitos para se candidatar a “residente” na incubadora destacam-se: ser promotor de projectos com alguma sustentabilidade, empresa angolana que não tenha mais de dois ou três anos de existência e que esteja certificada pelo Inapem.

Maria Chitas adiantou que esses serviços serão extensivos a todo o país, havendo previsão de construção de incubadoras de empresas nos próximos tempos em Benguela e na Huíla, onde já adquiriram terrenos para o efeito, estando-se dependente do plano orçamental.

A nível de Luanda vai ser inaugurada brevemente uma outra incubadora do ramo das tecnologias de informação e comunicação, onde o Inapem vai contar com a parceria da petrolífera Chevron.



Fonte: Angop (24.06.14)

Executivo elogia iniciativas empresariais

Publicado no dia 19 de junho de 2014 às 00:00:00

 

O Executivo tem políticas que visam encorajar as iniciativas empresariais que primem pela promoção da produção nacional, assegurou ontem, em Luanda, o ministro da Agricultura.

Afonso Canga teceu estas considerações depois de ter inaugurado a "Avikuxi", uma iniciativa da fazenda "Pérola do Kikuxi".
A Avikuxi, um centro de abate e transformação de aves, pretende oferecer produtos frescos para o consumo nacional, no âmbito do programa “Feito em Angola”.

“Esta fábrica representa um grande passo para o país, na medida em que contribui para o aumento da produção avícola\", considerou o ministro, para quem essa iniciativa reduz a importação e mitiga os actuais níveis de procura. Garantiu que os técnicos do Ministério da Agricultura certificam e acompanham todo o processo de produção para que haja garantia de qualidade.
Afonso Canga incentivou o surgimento de mais iniciativas dessas no país, mas disse ser fundamental que se consuma cada vez mais o que é nacional, o que é um dos grandes objectivos do Executivo. O próximo projecto, informou, é o do Lucala, no Cuanza Norte. “Os projectos multiplicam-se em todo o país. Mas precisamos de mais”, disse.
O ministro falou dos incentivos que o Executivo temoferecido em torno da necessidade de promover a produção nacional para contrariar a \"escalada de importações\", tendo falado do projecto \"Angola Investe\" que, associado aos bancos nacionais, está na vanguarda dos financiamentos à promoção da produção nacional. Afonso Canga defendeu o aumento dos investimentos e a produção de milho para suportar a indústria avícola, numa altura em que, apesar do cíclico défice de oferta a que o mercado tem estado sujeito, o país regista um assinalável crescimento nesse segmento da produção. Nos últimos anos, a produção de ovos passou de um milhão para 25 milhões de unidades por mês, uma produção que o ministro da Agricultura considera ainda insuficiente, face ao actual consumo que está na ordem dos 35 milhões.

Produção nacional

A fazenda Pérola do Kikuxi, que existe há 18 anos, abriu mais um dos seus segmentos de produção. Além da produção de ovos, a fazenda inaugurou ontem a Avikuxi, um centro de abate e transformação de aves, situado no Pólo Industrial da fazenda, em Viana. De capital nacional, a Avikuxi tem uma capacidade de produção instalada de 2.500 aves por hora. Para suportar a produção de ovos e a criação de aves para abate e transformação, a fazenda conta com uma fábrica de alimentos compostos para animais (Nutrimix). “As condições estão criadas para a produção imediata”, assegurou a administradora da Pérola do Kikuxi, Elizabete Dias.
O novo centro, que tem como objectivo estabelecer-se no panorama nacional, dentro de uma sustentabilidade certificada da sua capacidade produtiva, criou 53 postos de trabalho.

Veterinária vai ser reactivada

O secretário de Estado da Agricultura, José Amaro Tati, disse, em Cabinda, que os serviços de investigação veterinária e agronómica de Cabinda, que se encontram actualmente paralisados, vão merecer a atenção do Ministério, de modo a dinamizar as suas actividades.
José Amaro Tati, que foi a Cabinda com o propósito de efectuar um levantamento da situação, disse ter sido mandatado pelo ministro da Agricultura para constatar a implementação de projectos ligados ao fomento pecuário, agricultura, florestas e serviços veterinários e agronómicos na província.
O secretário de Estado da Agricultura disse ser imperioso iniciar-se a implementação dos projectos, para dinamizar os serviços de investigação veterinária e agronómica, para gerar receitas. "Uma vez que já estão aprovados, é necessário que as estruturas entrem em funcionamento."


Fonte: Jornal de Angola (19.06.14)

Empresas do Cuanza Norte mostram negócios em feira

Publicado no dia 6 de junho de 2014 às 00:00:00

 

A Feira do Empreendedor, promovida, em Ndalatando, pela Associação dos Empresários do Cuanza Norte, encerra hoje.

O presidente daquela associação disse que o principal objectivo da feira é a formação de empreendedores em matérias relacionadas com a gestão de negócios, pois "a província tem uma classe empresarial débil apesar das condições para o desenvolvimento da agro-indústria e da pecuária".
A associação, afirmou, encara as iniciativas como a Feira do Empreendedor como forma de detectar problemas que afectam o desenvolvimento de negócios no Cuanza Norte.
Luís Nicásio referiu a falta de infra-estruturas e de cultura empresarial como as primeiras dificuldades, mas também mencionou o sistema bancário e a necessidade do Ministério da Economia e do Instituto Nacional das Pequenas e Médias Empresas (INAPEM) criarem facilidades de acesso ao crédito.
“As províncias do sul dispõem do maior bolo a nível do programa Angola Investe, pois já têm práticas empresariais, enquanto no Cuanza-Norte precisamos de formação, atendimento diferenciado e atenção especial”, declarou.
A iniciativa tem o apoio do Ministério da Economia, Governo Provincial do Cuanza Norte e do Instituto Nacional das Pequenas e Médias Empresas.


Fonte: Jornal de Angola (06.06.14)

Angola Investe aprova 252 projectos para financiamento

Publicado no dia 6 de junho de 2014 às 00:00:00

 

Os bancos comerciais aprovaram até agora, no âmbito do programa do Governo Angola Investe, 252 projectos para financiamento às micro, pequenas e médias empresas, anunciou nesta quinta-feira, o Ministro da Economia, Abrahão Gourgel.

Segundo o governante, que falava na gala “PME de Excelência”, promovida pelo Banco Millennium Angola, o financiamento aprovado corresponde a um total 50 biliões de kwanzas, tendo sido disponibilizado 23 biliões de kwanzas.

De acordo com o ministro, as pequenas empresas responderam por 35% do número de financiamentos aprovados, e por 15% em termos de valor, enquanto as empresas de médio porte somaram 50% dos pedidos aprovados, o que correspondeu a 85% dos valores aprovados.

Por outro lado, o ministro disse que, para remover os obstáculos de acesso das MPME ao crédito, existe o Fundo de Garantia de Crédito (FGC), que tem à sua disposição 15 biliões de kwanzas. Até agora, foram concedidas 169 garantias de crédito, por 13 bancos, num total de 21.460 milhões de kwanzas milhões de kwanzas, representando cerca de 83% do fundo disponível.

Esclareceu que as garantias concedidas pelo FGC substituem as garantias que as MPME teriam que fornecer aos bancos, desta forma superando um dos principais entraves do acesso ao crédito.

“Já a bonificação dos juros permite reduzir ainda mais os encargos financeiros das MPME, cuja maior parte é assumida pelo Governo, sendo de 5% ao ano a taxa máxima de juros a ser assumida pelo empreendedor” - disse.

Abrahão Gourgel afirmou que a iniciativa de bonificação de juros já é o maior programa de apoio ao crédito lançado pelo Executivo. O valor total de crédito aprovado (48,9 mil milhões de kwanzas) é superior aos valores financiados, quer no crédito agrícola de campanha, quer no Programa de Apoio ao Pequeno Negócio (PROAPEN).

Segundo o ministro, na linha de capital de risco do FACRA está em curso a análise de mais de 200 projectos, com vista à participação accionista do Fundo. No Orçamento Geral do Estado para 2013 foram apenas incluídos 10 biliões kwanzas, dos quais, até ao momento, foram disponibilizados AKZ 7 biliões.

O Angola Investe é um programa do Executivo angolano aprovado em 2011 que tem por finalidade apoiar as iniciativas de negócio das micro, pequenas e médias empresas.



Fonte: Angop (06.06.14)

Disponibilizados 220 milhões de dólares no âmbito do programa Angola Investe

Publicado no dia 30 de maio de 2014 às 00:00:00

 

O Ministério da Economia disponibilizou já 220 milhões de dólares (1 dólar equivale a 100 kwanzas), no âmbito do programa Angola Investe, criado em 2012 pelo Executivo angolano, deu a conhecer quarta-feira, em Luanda, a representante do ministro na cerimónia de inauguração do projecto Sublime, Ana Celeste.

Na sua intervenção, explicou que este valor resultou de propostas de 140 empresas, porém acrescentou que, desde o arranque do mesmo, foram aprovados já projectos no valor de 500 milhões de dólares.

Com isso, Ana Celeste referiu trata-se do maior programa de financiamento a empresas.

Explicou que os financiamentos são concedidos com recursos dos bancos, em que o Estado contribui com a bonificação dos juros, diminuindo com isso os encargos financeiros para os empreendedores.

Disse que os potenciais interessados são incentivados a apresentar os seus projectos e, neste sentido, o Executivo tem reforçado a comunicação do programa a empreendedores e empresários para dar a conhecer as condições de acesso e financiamento do programa.

Esperamos que o número de financiamentos concedidos venha a aumentar a um ritmo ainda mais rápido, reforçou.

Neste âmbito, prosseguiu, vale a pena mencionar os apoios institucionais que impõem sobre as entidades públicas a obrigação de realizarem os pagamentos às micro, pequenas e medias empresas em 45 dias após a recepção das facturas.

Por sua vez, o representante do Fundo de Garantia de Crédito, João Fernandes, salientou que o mesmo é o reflexo dos esforços do governo no programa Angola Investe.

Acrescentou que as pessoas podem partilhar, com a inauguração da geladaria do projecto Sublime, a alegria da realização do sonho de um empreendedor.

Já Valdemar Sousa, Presidente do Concelho de Administração do Projecto Sublime, disse ser satisfatório ver o seu projecto realizado.

É bastante satisfatório ver o nosso projecto fora do papel. Um projecto que foi aprovado e que beneficiou do apoio do programa Angola Investe e do BFA, num valor de 600 mil dólares, ressaltou.

Quero incentivar os outros empresários a apresentarem os seus projectos ao Angola Investe, porque conseguem dar todo o apoio necessário para dar início ao seu negócio garantiu.

O programa Angola Investe, criado em 2012 pelo Executivo angolano, visa apoiar às micro, pequenas e médias empresas.



Fonte: Agência de Notícias Angop (29.05.14)

Milhares são certificadas

Publicado no dia 29 de abril de 2014 às 00:00:00

 

O Instituto Nacional de Apoio a Pequenas e Médias Empresas de Angola (INAPEM) certificou, nos últimos dois anos, mais de nove mil empresas, disse em Luanda a directora do Departamento de Consultoria e Assistência Técnica.

Graça Ngombo afirmou, à margem da I Feira do Auto-Emprego e Empreendedorismo, que daquele número cerca de seis mil são microempresas e as restantes pequenas ou médias.

O comércio e a prestação de serviços são os sectores que procuram a certificação do INAPEM, o que não responde “às reais necessidades do país, que necessita de mais produção”, referiu. O INAPEM, tutelado pelo Ministério da Economia, em 2013 certificou 1.730 micro, 561 pequenas e 418 médias empresas.

A Feira do Auto-Emprego e Empreendedorismo, que encerrou no sábado, em Luanda e na qual participaram 50 expositores, foi visitada por duas mil pessoas.

O processo de certificação de empresas estabelecido pelo INAPEM está subjacente aos financiamentos concedidos do quadro do Programa Angola Investe, de fomento e consolidação das micro, pequenas e médias empresas.




Fonte: Jornal de Angola (29.04.14)

Empresários exortados a aderirem ao programa Angola Investe

Publicado no dia 23 de abril de 2014 às 00:00:00

 

A governadora da província da Lunda Sul, Cândida Maria Guilherme Narciso, exortou terça-feira, em Saurimo, aos empresários locais, no sentido de aderirem ao programa Angola Investe, que se destina a apoiar o micro, pequenas e médias empresas angolanas.

Em declarações à imprensa, a governante indicou que a propósito dos resultados deste projecto lançado em 2012, haver maior número de empresários interessados a aderirem, vão contribuir significativamente no processo de diversificação da economia nacional e a gerar muitos postos de trabalho, como sendo um dos principais objectivos do Executivo.

Cândida Narciso, lamentou a fraca adesão do empresariado local aos programas de créditos criados pelo Executivo Angolano, que visam incentivar e apoiar todo o cidadão nacional que tem iniciativas empreendedoras.

O Governo angolano, realçou, criou este programa para apoiar Micro, Pequenas e Médias Empresas, vocacionadas a investimentos em sectores de actividade produtiva com prioridades para a Agricultura, Pecuária, Pescas, Materiais de Construção, Serviços de apoio ao Sector Produtivo, Indústrias Transformadoras, Energia e Minas.

As taxas de juro são calculadas em função da avaliação do Banco, mas no máximo 5%. Os montantes de financiamento variam em função da dimensão e especificidade dos projectos, sendo que para as Micro Empresas estão previstos 20 milhões de kwanzas, para as Pequenas 150 milhões de kwanzas e para as Médias 500 milhões de kwanzas.

O prazo de reembolso é de sete anos no máximo, com carência de pagamento de capital de seis meses. O pedido de financiamento deste projecto, que consiste essencialmente na facilitação do acesso ao crédito a micro, pequenas e médias empresas (MPME), é apresentado num banco comercial acompanhado por um Estudo de Viabilidade detalhado.




Fonte: Expansão (23.04.14)

Microempreendedores vão receber até 750 mil Kz para iniciarem negócios

Publicado no dia 10 de abril de 2014 às 00:00:00

 

A estratégia consta do programa do INAPEM e prevê alcançar, através do Programa de Reconversão da Economia Informal (PREI), 20 mil cidadãos até ao fim do ano. Programa arranca ainda neste semestre.

O Instituto Nacional de Apoio às Micro, Pequenas e Médias Empresas (INAPEM) anunciou que vai conceder, através do Programa de Reconversão da Economia Informal (PREI), até 750 mil Kz para a promoção do pequeno negócio e redução da economia informal.

O programa consta da estratégia do INAPEM e foi apresentado por Laércio Cândido, técnico do Ministério da Economia, no primeiro conselho consultivo daquele instituto, realizado recentemente, em Luanda, prevendo formalizar cerca de 20 mil cidadãos que operam no mercado informal. De acordo com Laércio Cândido, os processos de solicitação de financiamento deverão entrar através do Balcão Único do Empreendedor (BUE), seguindo-se o processo de formação, que é a "componente principal para a concepção do financiamento".

"Os clientes só vão poder beneficiar do financiamento quando tiverem concluído o período da formação exigida. Só depois o processo volta novamente para o BUE e o BUE remete para o banco", disse. Laércio Cândido explicou também que o programa "é uma evolução do Programa de Apoio ao Pequeno Negócio (PROAPEN)", também criado no âmbito da redução da informalidade, reforçado com a implementação da fase da formação, etapa que não era obrigatória no anterior projecto do Governo, e com aumento do valor limite de financiamento de 679 para 750 mil Kz.

"As condições do PREI são diferentes das do PROAPEN, porque, no PROAPEN, o limite máximo para o financiamentoerade679milKz, sendo que, com o PREI, o limite máximo de financiamento passa a 750 mil Kz", detalha o funcionário da Economia.

Programa pode arrancar ainda neste semestre Sobre o arranque do projecto, o responsável adiantou que o programa pode entrar em operacionalização ainda no primeiro semestre ano, acrescentando que "está a ser reinstalado todo o sistema informático dos BUE, para garantir melhor funcionamento no processo de formalização".

"O processo dos candidatos ao financiamento muitas vezes emperra mesmo na formalização e não conseguem avançar para o financiamento por falta de sistema", reconheceu o responsável, para quem os novos sistemas se assemelham aos do Guiché Único do Empreendedor.

Ainda assim, o responsável revelou que o programa vai ser suportado por um fundo de garantias do Estado e com taxas de juro não superiores a 2% bonificadas, além da inserção de outros bancos privados, nomeadamente o Banco Sol, Banco de Negócios Internacional (BNI), Banco Angolano de Investimentos (BAI), entre outros, que vão operar junto do Banco de Poupança e Crédito (BPC) e do Banco de Comércio e Indústria (BCI), para operacionalização do programa. "No PROAPEN, tínhamos apenas dois bancos públicos que estavam a operacionalizar a linha de financiamento com recursos estritamente públicos.

Agora vamos ter bancos públicos e outros bancos privados para integrarem o programa para financiar com recursos próprios", afirmou. O fundo de garantia, prossegue, vai funcionar como um co-actor, actuando da mesma forma que no programa Angola Investe, lançado no fim de 2012. O quadro do Ministério da Economia fez saber que, à semelhança do PROPEN, o novo programa de combate à informalidade vai dar atenção ao financiamento dos meios de produção, com a "apresentação da factura pró-forma", para além de reservar 5% do financiamento para o fundo de maneio. "Neste programa, temos de informar que os programas não são do Estado.

Os recursos são para restituir", advertiu Laércio, apelando responsabilidade aos funcionários do INAPEM, para o cumprimento das metas do Executivo expressas no Plano NacionaldeDesenvolvimento( PND). Para além disso, nas medidas de políticas sobre o sector empresarial privado, o Governo também avança a necessidade de revisão e actualização da legislação para disciplinar o registo e o exercício das actividades dos microempreendedores individuais, a revisão e actualização da legislação laboral para disciplinar os registos dos trabalhadores informais.





Fonte: Expansão (10.04.14)

Reportagem - Reconversão do negócio de rua reforça o futuro

Publicado no dia 5 de março de 2014 às 00:00:00

 

A integração dos agentes económicos do sector informal no formal, através de um processo da sua conversão em micro e pequenas empresas, é uma das estratégias adoptadas pelo Executivo para o robustecimento da economia.

Para a concretização deste objectivo, foi criado o Programa de Reconversão da Economia Informal (PREI), cuja estratégia assenta em apoio conceptual e logístico, a par de benefícios fiscais e concessão de crédito.

A ser operacionalizado pelo Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas (INAPEM), o programa, aprovado recentemente em Conselho de Ministros, vai ser o grande destaque do Conselho Consultivo da instituição, que se realiza a 27 e 28 de Março, em Luanda.

O administrador do INAPEM, Samora Kitumba, explicou que o PREI tem semelhanças com o programa “Meu negócio, minha vida”, mas introduz melhorias significativas e apresenta novas características. A grande inovação reside no facto de estar orientado em três frentes, que passam pela formalização, formação e financiamento do micro empreendedor. O programa foi aprovado e aguarda apenas pela operacionalização do crédito.

Na componente da formalização, o objectivo é retirar os agentes económicos do sector informal para os integrar no formal. Para tal, devem ter Bilhete de Identidade, conta bancária e número de contribuinte. Uma vez formalizado, o potencial empreendedor deve candidatar-se a um pequeno financiamento com juros bonificados. A quantia a ser concedida é pequena: entre 300 e 700 mil kwanzas. O objectivo é apoiar pequenas iniciativas de negócio, como recauchutagem, cabeleireiro, entre outras.

Em relação à formação, o administrador do INAPEM explicou não se tratar de formação académica ou profissional, mas apenas empresarial. “Uma coisa é aprender o ofício de padeiro ou electricista e outra é aprender como transformar o ofício num pequeno negócio. Até agora, o instituto deu formação dirigida a micro e pequenas empresas. A partir daqui, a formação está voltada para o micro e pequeno empreendedor.” A primeira incubadora do INAPEM é inaugurada este mês. Samora Kitumba esclareceu que ela vai funcionar como uma espécie ninho, onde estão criadas condições de trabalho para as “star-ups”, ou pequenas empresas em início de actividade. “A incubadora ajuda as empresas com as dificuldades típicas do arranque, com custos fixos e aspectos relacionados com a gestão e consultoria”, referiu.

Incubadora

A incubadora permite, ainda, que diferentes empresas partilhem alguns espaços físicos, além de beneficiarem de uma gestão única, formação, assistência técnica, serviços de contabilidade e consultoria. O objectivo é levar as empresas a terem uma cultura de troca de experiências na abordagem ao mercado, tornando-as maduras e prontas a enfrentar “riscos”. Na incubadora, cada empresa vai poder exercer a sua actividade comercial de forma autónoma e gerir as suas contas. O espaço tem secretária, internet, telefone e outros serviços, o que minimiza o esforço inicial de arrendar um local e pagar serviços.
Periodicamente, o instituto vai pôr empresas de consultoria e gestão na incubadora para orientar o rumo das actividades empresariais, de modo a que durante o período em que estiverem incubadas, em geral dois a três anos, possam ganhar fôlego e andar por si.

Ideia Brilhante

O Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas lança este mês, em Luanda, a segunda edição do concurso “Ideia brilhante”, uma iniciativa que capta, valoriza e dá corpo a ideias capazes de se transformarem em negócio.
“O nosso objectivo é que uma boa ideia seja transformada num plano de negócio e que venha a repercutir-se na constituição de uma empresa”, disse Samora Kitumba.
O prémio é definido em valor. Mas não são entregues cheques, porque o que se pretende é que o autor da ideia não fique por aí. “Estamos na disposição de suportar todos os custos da criação de uma empresa. O que queremos é que a ideia se traduza em empresa, gere emprego e comece a funcionar”, sublinhou.
Em relação aos dez vencedores da primeira edição, o INAPEM tem encontrado soluções variadas. Alguns apresentaram a documentação exigida e avançaram para a constituição de empresas, mas outros, nem por isso, porque ficaram estagnados. Só cinco devem iniciar actividade empresarial em regime “start up” na nova incubadora.

Conselho consultivo

Com o Conselho Consultivo do INAPEM, a instituição deve reunir todos os responsáveis dos centros provinciais para debater aspectos de índole interna e organizacional, além de novos projectos. A par da questão interna, deve servir, também, para actualizar a informação dos responsáveis dos centros provinciais nos mais diversos domínios, para que estejam alinhados com as novas políticas e orientações do Ministério da Economia, com realce para o programa Angola Investe, cuja operacionalização tem registado falhas.
“É preciso corrigir o tiro para que determinado tipo de situações não voltem a acontecer”, referiu Samora Kitumba.
Aliás, o balanço do programa Angola Investe vai ser outra questão a ser debatida pelo Conselho Consultivo.

Revitalização

O INAPEM foi criado há 20 anos, com o objectivo de apoiar as pequenas e médias empresas. Ao longo destes anos, teve altos e baixos, com algumas das suas acções de apoio a não chegarem a bom porto. Tal deveu-se ao facto de os recursos que deviam estar adstritos ao instituto terem sido, de alguma forma, negligenciados.
Com a criação do Programa Angola Investe foram identificadas as grandes razões por que ao longo dos anos não surgiram novas pequenas e médias empresas.
Uma delas foi a falta de competência do próprio empreendedor, o suporte que precisava e o conhecimento para avançar na vida empresarial. Foi nessa altura que se tornou necessário revitalizar o Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas.
Para responder aos novos desafios de apoio às pequenas e médias empresas, Samora Kitumba disse que o INAPEM, já revitalizado, está actualmente dotado de um orçamento robusto, uma nova estrutura e um novo conselho de administração.



Fonte: In Jornal de Angola (05.03.2014)

Incubadora do INAPEM no Cazenga, pronta a arrancar

Publicado no dia 30 de outubro de 2013 às 12:00:00

 

No passado dia 31 de Outubro do corrente ano, foi realizado um seminário no distrito do Cazenga com o intuito de apresentar aos micro-empresários daquele município, a primeira incubadora de empresas do Cazenga.

O gestor da incubadora José Veiga apresentou as novas instalações à uma delegação composta pelos Administradores do INAPEM, António Nicolau e Ruth Chitas, o Director para o Mercado de Capitais do INAPEM, Mendes Caleba e ainda pelo PCA do Fundo de Garantia de Crédito, João Júlio Fernandes.


Durante o evento, foram ainda tecidas algumas considerações em torno do empreendedorismo em Angola, com foco no apoio aos micro-empresários, bem como as vantagens e benefícios que os empreendedores poderão usufruir das novas instalações. O Director do INAPEM expressou ainda o suporte necessário da sua instituição na área de formação aos vencedores do Concurso Ideia Brilhante, evento organizado pelo INAPEM, para que os seus projectos sejam implementados com sucesso, evitando a mortalidade nos primeiros anos de vida da empresa.

As incubadoras de empresas representam um forte estímulo ao empreendedorismo na medida em que fortalecem e preparam (apoio estratégico) às pequenas empresas para sobreviverem no mercado durante os primeiros anos da sua existência.

As instalações da incubadora do Cazenga contam com três pisos numa área de 1000m2, que incluem um escritório para albergar inicialmente 10 empresas, que irão receber assistência e consultoria nas áreas de administração, finanças e contabilidade. A incubadora do Cazenga abrirá as suas portas ao público brevemente.

Uma organização a crescer!

Publicado no dia 18 de novembro de 2012 às 00:00:00

 

Com pouco mais de um ano de actividade, a nossa organização tem vindo a crescer de uma forma sustentada procurando consolidar o seu funcionamento de forma a encarar os desafios futuros. Nos últimos meses, a nossa actividade tem vindo a aumentar, tendo chegado às 19 garantias concedidas num valor total de financiamentos que ultrapassava os 20 milhões de dólares.

Compete a todos nós fazer com que o FGC cresça cada vez mais, e tenha um papel mais sólido no desenvolvimento do país.

Kwanza-sul recebe esclarecimentos sobre o Programa Angola Investe e o Proapen

Publicado no dia 1 de janeiro de 2011 às 12:00:00

 

No âmbito do Programa Angola Investe e do Proapen, no passado mês de Setembro, um grupo de trabalho do Ministério da Economia, presidido pelo Administrador do INAPEM, António Lopes Nicolau e do Presidente do Conselho de Administração do Fundo de Garantia de Crédito, João Júlio Fernandes, deslocou-se à Província do Kwanza-sul onde durante dois dias mantiveram encontros com autoridades e agentes económicos locais em torno da divulgação do Programa Angola Investe e o Proapen.
Durante a estadia, os integrantes da comitiva mantiveram encontros com o Vice-Governador para a esfera económica, Dr. Mateus de Brito, associações empresarias, representantes dos bancos comerciais BAI, BCI, BP, BNI e Banco Sol. Do encontro com estas entidades, foram prestados esclarecimentos sobre a facilidade de acesso aos benefícios dos programas por parte dos empresários nacionais, a divulgação dos resultados obtidos até a data e apoiar na identificação e superação de eventuais constrangimentos existentes.
Ainda nesta senda, a delegação manteve um encontro mais amplo onde, além da classe empresarial e dos representantes bancários, estiveram presentes associações juvenis, estudantes e sociedade civil. Foram tomadas notas sobre as preocupações e esclarecidos aspectos em volta do Programa, bem como a necessidade de maior divulgação, visto ser ainda incipiente o conhecimento sobre a existência do mesmo.
O principal objectivo do Programa Angola Investe é fomentar a criação e fortalecimento de Micro, Pequenas e Médias Empresas nacionais, que sejam capazes de gerar emprego em grande escala e assim contribuir decisivamente para o desenvolvimento do país.
De lembrar, que o Executivo definiu e aprovou legislação específica de incentivo e apoio às Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME) nacionais, através da Lei n.º 30/11 de 13 de Setembro de 2011.

Ministro da Economia visita Fundo de Garantia de Crédito

Publicado no dia 1 de janeiro de 2010 às 12:00:00

 

No dia 06 de Setembro de 2013, o Ministro da Economia, Dr. Abrahão Gourgel, visitou o Fundo de Garantia de Crédito fazendo-se acompanhar dos Administradores do INAPEM, do IFE e de alguns membros da Direcção do Ministério da Economia.

A visita teve como objectivo o conhecimento das instalações do FGC por parte do Senhor Ministro.


O Dr. Abrahão Gourgel começou por cumprimentar e conhecer as diferentes áreas do FGC.

Seguiu-se uma breve reunião com o Conselho de Administração do FGC, onde foram ilustrados o organograma da Instituição, a evolução das instalações, as participações e organizações do FGC em Feiras e Eventos, bem como a comparação positiva do FGC em Angola com outras realidades, nomeadamente as sociedades de garantia em Portugal e no Brasil.

O Ministro da Economia deu os parabéns ao o C.A. do FGC pelo bomdesempenho que tem sido notório.

O Encontro terminou com um cocktail, destacando-se neste os quitutes da terra.

Expo Huíla - FGC emite garantias no Lubango

Publicado no dia 1 de janeiro de 2009 às 12:00:00

 

O Fundo de Garantia de Crédito criado em maio de 2012 já emitiu 57 garantias desde Dezembro do ano passado tendo por base o programa "Angola Investe", sendo que dez foram concedidas á empresários da provincia da Huíla, informou o administrador Silvano Araújo.

Falando no fim da palestra "Redução de custos/Certificação das empresas e produção", o responsavél disse tratar-se de uma ferramenta criada após identificação de dificuldades, constatadas pelo executivo nos empresários de micro, pequenas e médias empresas em acederem ao crédito.



Silvano araújo esclareceu que se pretende a criação de um sistema de garantia de crédito com o surgimento de sociedades afins, no sentido de permitir apoio continuo aos micro, pequenos e médios empresários e por isso não basta apenas trabalhar directamente com o programa "Angola Investe"

Por este motivo realizou-se a palestra, com o intuito de elucidar os empresários sobre o que são as garantias públicas e como podem facilitar o acesso ao financiamento. Fez-se referência a algumas questões colocadas relativamenteaos sectores enquadrados, quem pode aceder ao Fundo de garantia de crédito e de que forma.

O administrador do Fundo de garantia de Crédito reforçou a necessidade de os empresários terem de procurar mais informações sobre o programa "Angola Investe" com o objectivo de prepararem-se melhor, procurando igualmente a assessoria do INAPEM, que possui consultoria e informação gratuita ou comparticipada.

O evento promovido pela Associação Agro-Pecuária, Comercial e industrial da Huíla(AAPCIL), no âmbito da realização da expo-Huíla 2013, foi orientado pelos administradores do FGC e do INAPEM e técnicos do Ministério da Económia.

O administrador do fundo de Garantia de Crédito, silvano Araújo, que dissertou sobre o tema "As Garantias Públicas e o acesso ao Financiamento para os Negócios", disse que o programa foi concedido para acelerar o processo de diversificação da economia.

"O Fundo de garantia de Crédito surge em função das necessidades do Executivo face as metas e aos objectivos do plano nacional de desnvolvimento de criar um sistema público de garantias",

Silvano Araújo esclareceu que a maior parte das micro, pequenas e médias empresas sempre tiveram dificuldades em aceder ao crédito via banco, por falta de garantias e o FGC vem comaltar esta lacuna.

Angola Investe concede mais crédito

Publicado no dia 1 de janeiro de 2008 às 11:00:00

 

Ministro da Economia Abrão Gourgel informou os jovens sobre os benefícios do Programa.

Os bancos aprovaram 109 projectos avaliados em 16.488 milhões de kwanzas para promover iniciativas de surgimento de pequenas e médias empresas no quadro do programa Angola Investe.

A revelação foi feita pelo ministro da Economia, Abrão Gourgel, num encontro de auscultação com jovens empreendedores na Escola Nacional de Administração (ENAD).Abrão Gourgel afirmou que estes número tendem a contrariar a realidade que era vivida até agora em que os jovens passavam por enormes dificuldades para a aquisição de habitação, para obter apoio para os seus projectos e no acesso ao crédito à Universidade.


O ministro da Economia declarou aos representantes da juventude presentes no encontro que "a geração de hoje vive um momento de oportunidades sem precedentes".

Documentos oficiais confirmam que o Executivo tem executado vários projectos destinados a substituir a pobreza pelo empreendedorismo, tendo o Programa Angola Investe como pilar de promoção do acesso ao crédito para as Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPME).

Esta é iniciativa do Executivo que privilegia a diversificação da economia e cria as premissas fundamentais de combate ao elevado índice de desemprego.

O Programa Angola Investe dá prioridade ao financiamento de projectos dos sectores da agricultura, pecuária e pescas, materiais de construção, indústria transformadora, geologia e minas e serviços de apoio ao sector produtivo.



In Jornal de Angola, 3 de Setembro de 2013